- Ações globais caem em meio a correção de grandes empresas de tecnologia, com os investidores aguardando dados de inflação dos EUA.
- Nasdaq 100 cai cerca de 0,7% e S&P 500 recua 0,3% após alta recente de fabricantes de chips; setor de tecnologia na Europa também fraco, com Stoxx 600 caindo 0,8%.
- Preços do petróleo Brent sobem pelo terceiro dia, acima de cem dólares por barril, em meio a preocupações com o cessar-fogo no Oriente Médio.
- Samsung Electronics e SK Hynix sofrem com temores de novos impostos sobre lucros ligados à inteligência artificial.
- No Reino Unido, gilts sobem com forte alta dos rendimentos; a libra cai ante as principais moedas, diante da resistência do primeiro-ministro a deixar o cargo.
As ações globais operam em queda nesta terça-feira, 12 de maio, em ajuste de preços de ações de tecnologia, com os investidores na expectativa de dados de inflação dos EUA. O petróleo Brent avança pelo terceiro dia, à medida que o cessar-fogo no Oriente Médio parece cada vez mais frágil.
O Nasdaq 100 futuro cai 0,7%, após a elevação de fabricantes de chips que levou o índice a novos recordes em pregões anteriores. O S&P 500 fica 0,3% no vermelho, pressionado por temores sobre impostos sobre lucros ligados à inteligência artificial.
Na Europa, o setor de tecnologia teve desempenho inferior, com o Stoxx 600 recuando 0,8%. No Reino Unido, o rendimento dos gilts sobe após o primeiro-ministro Keir Starmer resistir à pressão para deixar o cargo, levando a libra a perder valor frente a grandes moedas.
Mercado internacional e cena energética
A valorização do Brent chegou a 2,7%, acima de US$ 107 por barril, com o mercado avaliando riscos geopolíticos no Estreito de Ormuz. Analistas destacam que expectativas de resolução de conflitos enfrentam reversões, deixando o cenário instável.
Executivos citaram impactos adicionais: a volatilidade de ações de tecnologia reflete preocupações de que ganhos com IA possam ter sido superestimados. A combinação de demanda por papel comercial e receios regulatórios contribui para o humor de baixa.
Destaques e sinais locais
No Brasil, não houve menção específica no material apresentado; o foco é o exterior e o sinal de aversão a risco global, com reflexos em índices e câmbio. A agenda previa dados de inflação nos EUA, que devem influenciar decisões de política monetária e direção de mercados nos próximos pregões.
As atenções também recaem sobre o fator cambial e sobre a relação entre crescimento corporativo e custos, especialmente em setores conectados à tecnologia e à energia. Fontes indicaram que o mercado segue monitorando o impacto de novidades regulatórias e tarifárias.
Com informações da Bloomberg News.
Entre na conversa da comunidade