- Dólar comercial fechou a R$ 4,894, queda de 0,60%, menor valor de encerramento desde 15 de janeiro de 2024, e queda acumulada de 10,84% no ano.
- Variação ocorreu após dados de emprego dos EUA mostrarem criação de vagas acima do esperado, reduzindo temores de desaceleração e inflação mais forte por lá.
- Ibovespa subiu 0,49%, para 184.108 pontos, com destaques de bancos e mineradoras; índice caiu 1,71% na semana, mas avança 14,26% no ano.
- S&P 500 avançou 0,84%, refletindo alívio com os dados dos EUA e menor percepção de recessão.
- Petróleo fechou em alta: Brent a US$ 101,29 e WTI a US$ 95,42; porém a semana encerrou com quedas superiores a 6% devido a tensões no Oriente Médio.
O dólar fechou abaixo de 4,90 reais pela primeira vez em 28 meses, encerrando em 4,894 reais. A queda foi de 0,60% em relação ao fechamento de ontem. A volatilidade externa ajudou o peso do real neste pregão.
A bolsa brasileira teve ganho moderado, com o Ibovespa subindo 0,49%, para 184.108 pontos. Contribuíram bancos e mineradoras, mantendo o índice ainda no negativo na semana, mas com ganhos no dia.
No exterior, o ambiente favoreceu ativos de risco: o S&P 500 avançou 0,84%. O petróleo também subiu, com o Brent a 101,29 dólares o barril e o WTI a 95,42 dólares, fechando a semana com quedas superiores a 6%.
Aprudação inicial de dados dos EUA mostrou criação de empregos acima do esperado, reduzindo temores de desaceleração econômica e inflação mais forte, o que sustentou o dólar abaixo do nível de 4,90 reais.
Mercado de petróleo e tensão no Oriente Médio
Mesmo com menor risco de escalada, o mercado acompanhou a situação do Estreito de Ormuz, importante rota de transporte de petróleo. O NOK? EUA informou que vários navios seguem impedidos de circular por questões regionais.
Autoridades dos EUA sinalizaram a continuidade do cessar-fogo, mesmo com contatos sobre condições de resolução. Em resposta, mercados reagiram com cautela, balanceando liquidez global e riscos geopolíticos.
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