- Ibovespa caiu 2,25%, encerrando aos 176.219 pontos, menor fechamento desde 22 de janeiro, na quarta semana seguida de baixas e com queda acumulada de cerca de 6,7% desde o início do conflito no Oriente Médio.
- Dólar subiu 1,75%, cotado a R$ 5,31, em meio ao ambiente de aversão ao risco nos mercados globais.
- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não quer cessar-fogo com o Irã; autoridades norte-americanas indicam envio de centenas de fuzileiros navais para a região.
- Brent chegou a US$ 112 por barril, com petróleo pressionado diante de temores de escalada no conflito.
- Entre as ações brasileiras, Braskem liderou as perdas com queda de 14,21%, enquanto Prio subiu 3,14%; Petrobras (-2,37%), Vale (-1,41%), Itaú Unibanco (-1,75%), Bradesco (-1,66%), BTG Pactual (-4,30%) e Santander Brasil (-2,47%).
O Ibovespa encerrou em queda nesta sexta-feira, 20, em meio à aversão ao risco nos mercados globais, pressionada pela guerra no Irã que já dura quase quatro semanas e não mostra sinais de trégua. O índice fechou em 176.219 pontos, queda de 2,25%.
O movimento também levou o dólar a subir 1,75%, cotado a 5,31 reais. A tensão geopolítica alimentou a cautela de investidores, com autoridades internacionais observando o desenrolar do conflito no Oriente Médio.
Donald Trump indicou que não pretende buscar um cessar-fogo com o Irã, enquanto os EUA reconhecem o envio de centenas de fuzileiros navais à região. A incerteza geopolítica contribuiu para a pressão sobre ativos de risco e commodities.
Desempenho por ativos
As ações preferenciais da Petrobras recuaram 2,37% e puxaram o recuo do índice, seguidas pela Vale, com queda de 1,41%. Bancos perderam fôlego, com Itaú Unibanco em 1,75% e Bradesco em 1,66%.
O BTG Pactual apresentou queda mais acentuada, de 4,30%, enquanto Santander Brasil caiu 2,47%. Entre os destaques negativos, Braskem teve o maior recuo do dia, em 14,21%, após uma leitura de impostos setoriais abaixo das expectativas.
Destaques positivos
Entre as raras altas, Prio subiu 3,14%, refletindo a elevação dos preços do petróleo no mercado internacional. Movimentos dos preços do petróleo influenciam companhias do setor de energia e petroquímica.
Com informações da Bloomberg News.
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