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Itaú tem retorno de 23% ao ano aos acionistas em cinco anos, diz CEO

Itaú entrega retorno de 23% ao ano aos acionistas em cinco anos; CEO afirma que o desempenho é sustentável e pode se refletir no valuation no longo prazo

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú Unibanco, no Web Summit Rio 2025: agenda de geração de valor é sustentável, defende (Foto: Sam Barnes/Web Summit via Sportsfile)
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  • Itaú Unibanco registra retorno médio ao acionista de cerca de 23% ao ano nos últimos cinco anos, com valorização de ações e reinvestimento de dividendos.
  • Desde o início da gestão de Milton Maluhy Filho, o banco já distribuiu R$ 105 bilhões em proventos, com payout de 58%.
  • O lucro líquido do quarto trimestre atingiu recorde de R$ 12,26 bilhões.
  • A companhia chegou a fortemente renovar o all-time high da ação, com preço de aproximadamente R$ 45,52, elevando o valor de mercado próximo de R$ 485 bilhões.
  • O Itaú projeta expansão da carteira de crédito entre cinco e nove por cento neste ano (ponto médio de 7,5%), e afirma que a rentabilidade de longo prazo deve acompanhar o ritmo atual.

O Itaú Unibanco entregou lucro líquido recorde de R$ 12,26 bilhões no quarto trimestre. O anúncio foi feito na noite de quarta-feira, com Milton Maluhy Filho, CEO, destacando a consistência dos resultados. O banco reafirmou a visão de longo prazo de criação de valor.

Desde o início da gestão de Maluhy, há cinco anos, o Itaú distribuiu R$ 105 bilhões em proventos, com payout de 58%. A soma de valorização de ações mais dividendos reinvestidos aponta retorno próximo a 23% ao ano no período.

Ações do Itaú subiram 2% na quinta-feira, para R$ 45,52, atingindo máxima histórica. O valor de mercado ficou em torno de R$ 485 bilhões, com alta de cerca de 50% em 12 meses. Não há projeção de retorno específico para 2026.

Desempenho e projeções

Analistas esperam lucro acumulado de aproximadamente R$ 50,6 bilhões em 2026, acima de R$ 46,83 bilhões de 2025. O crescimento da carteira de crédito é estimado entre 5,5% e 9,5% neste ano, com média de 7,5%.

Maluhy afirmou que não há segmento único com protagonismo previsto, e que a frente de grandes empresas pode enfrentar volatilidade por eleições e capitais. O banco revisou o guidance duas vezes no último ano.

O executivo ponderou que não há projeção de reprecificação do valuation. Ele enfatizou que o objetivo é aumentar a criação de valor, com reflexo esperado no valor de mercado a longo prazo.

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