- ETFs de Bitcoin spot registraram saída líquida de $817.87 milhões no dia 29 de janeiro, lideradas pelo IBIT da BlackRock, com o preço do BTC em queda para a menor casa em nove meses.
- IBIT computou $317.81 milhões em saída líquida no dia, Fidelity’s FBTC registrou $168.05 milhões, e o GBTC teve fluxo negativo de $119.44 milhões.
- As saídas acumuladas desde o lançamento somam $55.52 bilhões, e janeiro fechou com viés negativo; na semana até 29 de janeiro houve nearly $1 bilhão em fluxos negativos.
- O Bitcoin caiu até cerca de $81.2 mil, rompendo o suporte de $84 mil; o mercado de cripto. total caiu aproximadamente 6%.
- Fatores macro citados incluem tensões tarifárias, preocupações com ações ligadas a IA e a sinalização do Federal Reserve sobre juros; houve liquidações forçadas de mais de $1.8 bilhão.
Os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA registraram saídas líquidas de aproximadamente US$ 817,9 milhões em 29 de janeiro, quando o preço da BTC caiu para o menor patamar em nove meses. A movimentação ocorreu em meio a ajustes de portfólios diante de incertezas macroeconômicas e de mercado.
Os maiores emissores contribuíram para o saldo negativo do dia: o BlackRock iShares Bitcoin Trust (IBIT) teve saídas de US$ 317,8 milhões, seguido pela Fidelity com US$ 168,1 milhões. A Grayscale GBTC registrou saída diária de US$ 119,4 milhões. No total, outros emissores também apresentaram fluxos negativos.
Mesmo com o recuo do dia, o volume acumulado desde o lançamento dos ETFs de Bitcoin à vista permanece expressivo, em aproximadamente US$ 55,5 bilhões de entradas líquidas. O IBIT permanece como o maior produto por ativos, com cerca de US$ 64,9 bilhões, mesmo puxando parte das saídas diárias.
Desdobramentos e panorama semanal
A queda de preço ocorreu junto com a queda mais ampla do mercado cripto, com a BTC alcançando cerca de US$ 81,2 mil, abaixo do suporte de US$ 84 mil que vinha desde novembro. Ether, Solana e XRP também registraram saídas líquidas.
O valor de mercado total de criptomoedas caiu cerca de 6% naquele dia, e houve liquidações forçadas superior a US$ 1,8 bilhão em posições alavancadas, principalmente de compradores de longo prazo. O humor de risco também atingiu mercados tradicionais, com ouro e ações em baixa após recentes altas.
Analistas citaram fatores macro, como tensões tarifárias reprisadas nos EUA e preocupações com ações ligadas a IA. A semana acabou com o Federal Reserve mantendo as taxas estáveis e sinalizando paciência para futuras cortes.
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