- UBS projeta alta de cerca de 15% nos índices globais até o fim de 2026, com ganhos esperados nos EUA, China, Japão e Europa.
- S&P 500 deve encerrar 2026 entre 7.700 e 8.100 pontos, dependendo do cenário.
- FTSE 100 pode superar 10.000 pontos em 2026, com dividendos em recorde.
- Principais riscos: valorização/bolha de IA, possibilidade de nova cadeira no Fed influenciada por Trump e crise no crédito privado.
- Expectativa de cortes de juros nos EUA e no Reino Unido, condicionados ao desempenho econômico e à inflação.
A previsão de 2026 mostra os mercados globais mantendo o impulso, mesmo com receios sobre a valorização da IA e a eventual turbulência caso o Fed tenha nova chair escolhida pelo governo de Trump. Riscos adicionais envolvem o crédito privado e tensões geopolíticas.
Analistas destacam que a UBS projeta alta de cerca de 15% nos índices globais até o fim de 2026, com metas específicas para o S&P 500 entre 7.700 e 8.100 pontos. O FTSE 100 poderia superar 10.000 pontos, sinalizando otimismo moderado no cenário global.
A pesquisa aponta que cortes de juros nos EUA e no Reino Unido estão entre as possibilidades mais esperadas, condicionadas à evolução da inflação e a decisões políticas. O risco político, bem como movimentos de commodities, dependem do avanço da IA e de pressões tarifárias.
Desempenho esperado no UK e nos EUA
No Reino Unido, analistas apostam em continuidade de ganhos, com o FTSE 100 beneficiado pela recuperação de lucros e pagamento de dividendos, que podem chegar a novo recorde em 2026. Retail investors também se mostram confiantes.
Especialistas apontam que os títulos britânicos (gilts) podem se destacar se o BoE manter uma postura mais dovish, favorecendo rendimentos estáveis ou em queda frente a outros mercados. O cenário depende de cortes adicionais de juros.
Mercados e IA
A perspectiva global indica que a IA continua a influenciar avaliações de ações, porém o mercado observa a necessidade de fundamentos sólidos para sustentar ganhos. Caso haja desaceleração da IA, as avaliações podem sofrer revisões.
UBS avalia que o ambiente macro deve se beneficiar de condições de negócio e consumo mais firmes, com estímulos fiscais em algumas economias avançadas. A gather de dados e confiança dos agentes econômicos é citada como fator-chave.
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