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Argentina prepara envio do primeiro carregamento de milho à China em 15 anos

Cofco inicia carregamento de milho argentino para a China, primeiro embarque nesse volume em mais de quinze anos, sinalizando maior integração comercial agrícola

Terminal em Rosário, na Argentina: China tem recorrido cada vez mais à América do Sul para o comércio de grãos.
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  • A Cofco International iniciou o carregamento de um navio graneleiro com milho argentino para a China, o primeiro embarque desse tipo em mais de 15 anos.
  • O carregamento é de cerca de 34 mil toneladas, realizado no terminal da Cofco em Timbúes, Argentina, com destino ao setor de ração animal na China.
  • O movimento ocorre após a China liberar as Imports de milho argentino em 2024 e em meio a uma safra recorde no país.
  • A operação reflete o crescente alinhamento entre os mercados e oferece uma origem adicional para compradores chineses.
  • O contexto regional cita o aumento de compras sul-americanas pela China e a diversificação de cadeias de abastecimento de grãos.

A Cofco International iniciou o carregamento de um navio graneleiro com milho argentino com destino à China, marcando o primeiro embarque desse tipo em mais de 15 anos. O carregamento, cerca de 34 mil toneladas, é feito no terminal portuário da Cofco em Timbúes, na Argentina, e segue para o setor de ração animal chinês.

O acordo ocorre após a China liberar as importações de milho argentino em 2024, em meio a uma safra recorde que começa a ser colhida no país. No ano anterior, Pequim também comprou um carregamento raro de trigo argentino, o primeiro em décadas, fortalecendo o intercâmbio agrícola entre as nações.

A Cofco afirma que a carga evidencia o crescente alinhamento entre os mercados argentino e chinês e amplia as opções de origem para compradores na China. A relação comercial entre os dois países se mantém estável sob a condução do governo argentino, com sinais de impulso às negociações no agro.

Contexto regional indica que a China tem buscado diversificar suas cadeias de abastecimento de ração, recorrendo cada vez mais à América do Sul. Mesmo diante de volumes significativos de milho dos Estados Unidos em épocas anteriores, o foco tem sido ampliar fornecedores na região.

O Brasil, já principal fornecedor de soja à China, viu embarques de milho crescerem após a liberação de exportação em 2022. Em 2024, o país também enviou à China sua primeira carga de DDG, subproduto da destilação de etanol de milho utilizado na alimentação animal.

  • Com colaboração de Michael Hirtzer.

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