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Zona Oeste lidera avanço do mercado de luxo em São Paulo

Zona Oeste lidera mercado de luxo em São Paulo, com 674 vendas acima de R$ 3 milhões e VGV de R$ 4,06 bilhões em 2025

Pinheiros, na zona oeste, é uma das regiões onde o luxo vem se expandindo na cidade de São Paulo
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  • A Zona Oeste liderou o mercado de imóveis acima de R$ 3 milhões em São Paulo em 2025, com 674 transações e VGV de R$ 4,06 bilhões, alta de 27,9% no VGV e 12,1% na quantidade de vendas, e ticket médio de R$ 6,03 milhões.
  • No conjunto da cidade, foram 1.474 transações acima de R$ 3 milhões em 2025, alta de 4,1% ante 2024, com VGV total de R$ 16,2 bilhões (crescimento de 8,7%).
  • O Centro teve VGV de R$ 4,79 bilhões e 637 vendas, apresentando queda de 8,6% no VGV e 2,1% no número de transações; ticket médio ficou em R$ 7,5 milhões.
  • Bairros tradicionais como Jardim Paulista, Vila Nova Conceição, Itaim Bibi e Jardim Europa continuam relevantes; bairros como Morumbi, Vila Ida e Alto da Lapa mostram crescimento expressivo.
  • Entre as 10 áreas com mais vendas acima de R$ 3 milhões, Itaim Bibi aparece com o maior total de vendas (155) e ticket médio de R$ 9,7 milhões; Jardim Paulistano registra 63 vendas com R$ 14,5 milhões de média.

O mercado residencial de luxo em São Paulo encerrou 2025 com recorde de vendas acima de R$ 3 milhões, alcançando o maior Valor Geral de Vendas (VGV) já registrado para esse segmento. A soma de 1.474 transações na cidade representa alta de 4,1% ante 2024, enquanto o VGV total chegou a R$ 16,2 bilhões, crescimento de 8,7%. Os dados foram obtidos com exclusividade pela Forbes Brasil, compilados pela Pilar a partir do ITBI da Prefeitura.

A Zona Oeste emergiu como o principal motor do desempenho, concentrando o maior volume e uma das maiores taxas de crescimento do mercado. Em 2025, a região teve 674 transações no segmento superior a R$ 3 milhões, totalizando um VGV de R$ 4,06 bilhões, com ticket médio de aproximadamente R$ 6,03 milhões. O desempenho contrasta com outras áreas da cidade e reforça a centralidade dessa região para o segmento de alto padrão.

Desempenho por região

Centro registrou VGV de R$ 4,79 bilhões com 637 transações, mas houve retração de 8,6% no volume financeiro em relação a 2024. O ticket médio ficou em cerca de R$ 7,5 milhões. Zona Sul teve VGV de R$ 6,71 bilhões e 1 venda registrada, com variação de +15,2% no VGV e +8,3% em transações; o ticket médio ficou em torno de R$ 6,07 milhões. Zona Leste teve VGV de R$ 474 milhões, 112 transações, queda de 12,4% no VGV e de 8,2% no número de vendas, com ticket médio de R$ 4,24 milhões. Zona Norte teve VGV de R$ 203 milhões, 50 transações, alta de 24,0% no VGV e 22,0% em número de vendas, com ticket médio de R$ 4,06 milhões.

Concentração de bairros e possíveis mudanças

Entre os bairros com maior concentração de vendas acima de R$ 3 milhões, destacam-se Jardim Paulista, Vila Nova Conceição, Itaim Bibi, Jardim Europa e Pinheiros, mantendo-se como polos do luxo tradicional. Também houve expansão geográfica: Morumbi, Vila Ida e Alto da Lapa aparecem entre os locais com maior crescimento, indicando diversificação de atuação do mercado de alto padrão na capital.

Bairros com mais vendas de imóveis de R$ 3 milhões

1º Jardim Paulista — 191 vendas, ticket médio de R$ 5,8 milhões; 2º Vila Nova Conceição — 176 vendas, R$ 7,2 milhões; 3º Itaim Bibi — 155 vendas, R$ 9,7 milhões; 4º Jardim Europa — 114 vendas, R$ 8,9 milhões; 5º Pinheiros — 109 vendas, R$ 6,3 milhões; 6º Cerqueira César — 97 vendas, R$ 6,6 milhões; 7º Alto de Pinheiros — 78 vendas, R$ 7,5 milhões; 8º Campo Belo — 68 vendas, R$ 4,7 milhões; 9º Vila Mariana — 65 vendas, R$ 5,5 milhões; 10º Jardim Paulistano — 63 vendas, R$ 14,5 milhões. Fonte: Pilar.

Observações sobre o cenário

Analistas destacam a resiliência do segmento de alto padrão, que tende a manter demanda mesmo em cenários macroeconômicos voláteis. Executivos do setor apontam que projetos bem localizados, com foco em qualidade de vida e valor patrimonial são determinantes para manter a atratividade dos empreendimentos de luxo.

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