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Roberto Justus planeja milhares de casas sustentáveis em Campo Grande

Roberto Justus comanda em Campo Grande projeto habitacional sustentável: até cinco mil casas, montagem industrial, uso de água da chuva e painéis solares, quatrocentos empregos diretos

Roberto Justus investe em construção de 5 mil casas populares em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul
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  • Roberto Justus está à frente de um projeto habitacional em Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, visando construir até cinco mil casas populares com foco em sustentabilidade e tecnologia.
  • O método proposto usa estrutura de aço galvanizado em Light Steel Frame, com obras iniciando no próximo semestre e mão de obra local, além de possível instalação de fábrica na cidade.
  • O investimento foi anunciado no início da semana, gerando até quatrocentos empregos diretos e recebendo apoio de uma incorporadora para 3,5 mil unidades na mesma área.
  • A proposta prevê reutilização da água da chuva e uso de painéis solares, além de treinamento das equipes envolvidas.
  • Justus tem citado potencial estratégico no estado, especialmente pela Rota Bioceânica, e mantém a ideia de modernizar a legislação municipal para viabilizar os projetos.

Roberto Justus lidera, em Campo Grande (MS), um projeto habitacional diferente do comum. A iniciativa prevê a construção de casas populares com foco em sustentabilidade e tecnologia, com uso de industrialização para ampliar velocidade e qualidade.

Segundo informações divulgadas no início da semana, o plano envolve a construção de até 5 mil moradias populares. O projeto está sendo estruturado para gerar trabalho direto para cerca de 400 pessoas, com obras a serem iniciadas no próximo semestre.

Justus tem recebido apoio de vereadores e secretarias municipais para adaptar a legislação necessária. A ideia é viabilizar a montagem por meio de estrutura de aço galvanizado Light Steel Frame, fabricada em São Paulo e com mão de obra local.

O modelo proposto prevê reutilização de água da chuva e implantação de painéis solares. Há ainda a expectativa de instalação de uma fábrica em Campo Grande para abastecer o conjunto, com participação de uma incorporadora que já se mostrou interessada.

A proposta contempla treinamento de equipes, possibilidade de expansão futura e a criação de uma área que pode abrigar aproximadamente 3,5 mil unidades. A visão é enfrentar o déficit habitacional com tecnologia e reduzir custos por meio da industrialização.

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