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CSN planeja captar até US$ 1,5 bi em empréstimo, segundo fontes

CSN planeja captar até US$ 1,5 bi com empréstimo garantido para pagar títulos vencidos e reduzir a alavancagem, com ativos de cimento como garantia e bancos envolvidos

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Morgan Stanley, Citigroup, Deutsche Bank, BNP Paribas e HSBC estão entre os bancos que participariam da operação para pagar títulos que estão vencendo e melhorar perfil de alavancagem do conglomerado
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  • A CSN planeja captar até US$ 1,5 bilhão por meio de um empréstimo com garantias para pagar títulos que vencem e melhorar o perfil de alavancagem.
  • A garantia envolveria subsidiárias da holding, incluindo a unidade de cimento.
  • Bancos Morgan Stanley, Citigroup, Deutsche Bank, BNP Paribas e HSBC participariam da operação.
  • A CSN pretende reduzir o endividamento entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões a partir deste ano.
  • Estão em curso desinvestimentos: venda de participação na CSN Infraestrutura e da unidade de cimento; busca de parceiro estratégico para modernizar a operação de aço; Morgan Stanley acompanha a venda da cimento, Citi e Bradesco tocam a infraestrutura.

A CSN planeja captar até US$ 1,5 bilhão por meio de um empréstimo com garantias para quitar títulos vencendo e melhorar seu perfil de alavancagem, segundo fontes próximas ao assunto ouvidas pela Bloomberg News. O objetivo é reduzir o peso da dívida mantendo liquidez para investimentos.

A garantia envolveria ativos de subsidiárias, incluindo a unidade de cimento da holding, conforme as pessoas que participaram do processo.

Entre os bancos citados como participantes da operação estão Morgan Stanley, Citigroup, Deutsche Bank, BNP Paribas e HSBC. As instituições não se posicionaram de imediato.

A CSN, o BNP Paribas, o Deutsche Bank e o Citigroup não comentaram. HSBC e Morgan Stanley não responderam a pedidos de comentário.

Desalavancagem e vendas de ativos vêm sendo discutidas pela companhia há algum tempo, com o objetivo de reduzir dívidas diante do aperto de funding causado pelo elevação das taxas de juros.

A empresa traçou meta de reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões da dívida ainda neste ano, o equivalente a cerca de metade do endividamento atual, segundo fontes. A CSN também busca parcerias estratégicas para modernizar operações.

No âmbito de desinvestimentos, o grupo avalia vender participação relevante na CSN Infraestrutura – que controla portos, ferrovias e logística – além do controle da unidade de cimento, com assessoria externa acordada para cada operação.

Morgan Stanley trabalha na venda da empresa de cimento, enquanto Citi e Bradesco lideram a venda do negócio de infraestrutura, segundo as fontes. O Bradesco não comentou o assunto.

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