- Desemprego ficou em 5,1% no quarto trimestre, o menor nível já registrado pela série histórica do IBGE.
- A taxa média anual de 2025 ficou em 5,6%, também a menor desde 2012, com 6,150 milhões de desocupados em média no ano.
- A população ocupada em 2025 atingiu 102,998 milhões, recorde, contra 101,309 milhões em 2024.
- No quarto trimestre, a renda ficou em R$ 3.613; houve alta de 0,6% na ocupação em relação ao terceiro trimestre e 1,1% na comparação anual.
- O total de desempregados caiu 9,0% no trimestre, para 5,503 milhões, com ganho tanto no setor privado com carteira assinada (39,409 milhões) quanto sem carteira (13,565 milhões).
A taxa de desemprego no Brasil caiu novamente, atingindo 5,1% no 4º trimestre, segundo o IBGE. O resultado ficou abaixo do 3º trimestre, com 5,6%, e menor que 6,2% no mesmo período de 2024. A leitura foi a mais baixa desde o início da série, em 2012.
A média anual de 2025 ficou em 5,6%, menor que a de 2024, que foi de 6,6%. A divulgação confirma que o mercado de trabalho permaneceu aquecido no fim do ano, impulsionado pela expansão da ocupação, especialmente em serviços.
Segundo o IBGE, a média de pessoas desocupadas caiu para 6,15 milhões em 2025, ante 7,19 milhões em 2024. A população ocupada atingiu 102,983 milhões, novo recorde histórico.
Desempenho no quarto trimestre
O 4º trimestre registrou alta de renda, com ganho de 3.613 reais frente 3.527 no trimestre anterior. Em relação ao 4º trimestre de 2024, houve queda de 17,7%.
O total de ocupados aumentou 0,6% frente ao trimestre anterior e 1,1% na comparação anual, somando 102,998 milhões. O emprego com carteira assinada no setor privado subiu 0,5%, para 39,409 milhões.
A equipe econômica observa que o comércio contribuiu para a recuperação do emprego no fim de 2025, com maior contratação em segmentos como vestuário e calçados. A participação de trabalhadores sem carteira também avançou 0,5%.
Analistas destacam que o mercado de trabalho manteve resiliência ao longo de 2025, mesmo com juros elevados, inflação controlada e crescimento de renda. O Banco Central sinalizou cortes da Selic a partir de março.
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