- O governo brasileiro anunciou investimento de $ 75 milhões na rodovia BR-319, que liga Amazonas a Rondônia, ainda em grande parte não pavimentada desde 1976.
- A meta é entregar uma rodovia mais moderna, segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que afirma tratar-se da via ambientalmente mais avançada do mundo.
- Ambientalistas criticam o projeto, dizendo que pode acelerar o desmatamento na região amazônica.
- Não houve detalhes sobre prazos de construção ou retorno econômico, apenas a confirmação do investimento e da proteção ambiental.
- No Oceano Índico, destacam-se pesqueiros de atum que fornecem ao mercado global; cientistas alertam que algumas stocks estão sob pressão devido à sobrepesca por frotas estrangeiras e à expansão de capturas por países costeiros, gerando disputas sobre a gestão do recurso.
O governo brasileiro anunciou um investimento de 75 milhões de dólares na rodovia BR-319, que liga Amazonas a Rondônia. A obra, quase toda não pavimentada desde 1976, é vista como estratégica para o escoamento produtivo da região. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirma que a estrada será uma das mais avançadas ambientalmente do mundo, enquanto ambientalistas temem aumento da derrubada de florestas na região.
O pacote também prevê medidas de proteção ambiental ao longo do traçado. Técnicos e representantes do governo indicam ações para mitigar impactos, mas a crítica persiste entre organizations ambientais, que destacam riscos para a floresta amazônica. O tema divide opiniões entre desenvolvimento econômico e conservação.
Pesca no Índico: pressões sobre o tunídeo
No Oceano Índico, uma das maiores frotas de pesca de tunas do mundo abastece mercados globais e sustenta dezenas de países costeiros. Cientistas alertam que algumas stocks enfrentam pressão crescente devido à atividade de frotas estrangeiras e à expansão de pescarias nacionais. Disputas sobre gestão da espécie ganham espaço entre nações envolvidas.
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