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Investidores pressionam Amazon, Microsoft e Google por consumo de água e energia

Investidores pressionam Amazon, Microsoft e Google por transparência no consumo de água e energia de centros de dados nos EUA, diante da demanda por IA

Logo do Google em uma convenção de tecnologia em Paris, na França, em 25 de maio de 2018 — Foto: CHARLES PLATIAU/Reuters
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  • Em dois mil vinte e cinco, data centers da América do Norte usaram quase um trilhão de litros de água, volume próximo à demanda anual da cidade de Nova York.
  • Investidores pressionam Amazon, Microsoft e Google por mais transparência sobre consumo de água e energia, antes das assembleias anuais.
  • As três empresas abandonaram projetos bilionários de data centers após oposição de comunidades locais, e agora são cobradas por dados detalhados e estratégias de conservação.
  • Grupos como Trillium Asset Management pedem esclarecimentos sobre metas climáticas da Alphabet; a Green Century discute com Nvidia uma resolução sobre riscos ambientais ligados à IA no curto e longo prazos.
  • Analistas apontam falta de divulgação por unidade e impactos locais; as empresas afirmam trabalhar por eficiência e sustentabilidade, enquanto a transparência é buscada pelos investidores.

Em 2025, data centers na América do Norte consumiram quase 1 trilhão de litros de água, aponta a consultoria Mordor Intelligence. O volume é próximo da demanda anual da cidade de Nova York.

Gigantes de tecnologia — Amazon, Microsoft e Google (Alphabet) — enfrentam pressão de investidores sobre o impacto ambiental de seus centros de dados nos EUA. As companhias abandonaram projetos bilionários após oposição local.

Investidores cobram mais transparência sobre uso de água e energia, especialmente com o aumento de infraestrutura impulsionado pela IA. As assembleias anuais acontecem na primavera no hemisfério norte, segundo a Reuters.

Uso de água em foco

A pressão se intensifica frente aos números de consumo, já que muitas empresas adotam resfriamento em circuito fechado. Ainda assim, os dados públicos variam conforme a empresa e a unidade reportada.

A Meta divulgou consumo apenas em instalações próprias, com aumento de 51% entre 2020 e 2024, chegando a 5.637 megalitros. Google divulgou apenas unidades próprias e alugadas, sem terceiros.

Transparência e respostas das empresas

Autoridades de investimento destacam a necessidade de detalhar o consumo por unidade e estratégias de reposição de água. A Amazon afirmou ampliar a divulgação por unidade e manter compromisso com eficiência energética.

A Microsoft classifica sustentabilidade como valor central e diz atuar com soluções de longo prazo. Google não comentou; Meta não respondeu aos pedidos de comentário. Investors continuam buscando dados mais granulares.

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