- Há um aviso de inundação para o rio Ouse em York e quatro avisos de inundação para áreas ao longo dos rios Went (West Yorkshire) e Derwent (North Yorkshire).
- As chuvas persistentes deixaram o solo saturado e rios já cheios, mantendo o risco de alagamentos em algumas regiões até a chegada de tempo mais seco.
- Em 70 dias, desde 1º de dezembro, em Sheffield Weston Park choveu cerca de 22 cm, equivalente a 114% da média histórica.
- A Agência de Meio Ambiente alerta para vigilância devido a previsões de mais chuva na terça-feira e na quarta-feira.
- Em Fishlake, Doncaster, moradores discutem apoio de longo prazo da Agência de Meio Ambiente; a área sofreu enchentes graves em 2019 e há apreensão com novas cheias.
O alerta de cheias permanece em partes de Yorkshire após semanas de chuva constante. Uma previsão de enchente atualizou o status para um aviso de cheia na região do rio Ouse em York e quatro alertas de cheia em áreas do West Yorkshire e North Yorkshire, com solo saturado e rios já inchados aumentando o risco de transbordamento.
Os meteorologistas indicam que o padrão climático ficou preso em uma posição bloqueada nas últimas semanas, com sinais de mudança muito breve antes do retorno da chuva. O jornalista climato da BBC, Paul Hudson, informou que o acumulado de chuva desde 1º de dezembro em Sheffield chegou a 22 cm, 114% acima da média. A situação atual mostra terras saturadas, e ainda não houve enchentes graves generalizadas apenas porque nem toda chuva foi intensa.
O Corpo de Bombeiros da Agência Ambiental reforça o aviso público para manter vigilância diante da continuidade de chuvas previstas para terça e quarta-feira. O estado de alerta permanece: há uma ocorrência de cheia no rio Ouse, em York, com o conjunto de alertas válidos para o Went no West Yorkshire e o Derwent no North Yorkshire. As previsões indicam possibilidade de novos atrasos e impactos locais de acordo com a evolução climática.
Em Fishlake, Doncaster, os representantes locais avaliam a resposta de longo prazo da Agência Ambiental para reduzir riscos de cheias. A região foi fortemente atingida pelas inundações de 2019. A igreja local relata dificuldades de preparação diante de chuvas intensas à noite e incertezas sobre o que ocorre em trechos mais altos do rio.
Antes da reunião do conselho paroquial na terça, o porta-voz da comunidade de Fishlake comentou que não deve haver grande aporte financeiro imediato, mas que há necessidade de monitoramento constante. A ideia é alinhar planos da Agência Ambiental com ações realistas para mitigar novos desastres nas vias próximas aos rios.
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