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Salmões jovens do Atlântico vistos em três rios ingleses pela primeira vez em dez anos

Salmão-Atlântico jovem é avistado nos rios Mersey, Bollin e Goyt pela primeira vez desde 2015, sinal de recuperação ambiental e de desova em curso

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Atlantic salmon were declared critically endangered in Britain in 2023.
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  • Salmão do Atlântico jovens foram vistos pela primeira vez desde 2015 em três rios do noroeste da Inglaterra — Mersey, Bollin e Goyt — mantendo a espécie considerada criticamente em perigo no país.
  • A espécie migra do Círculo Ártico para desovar em áreas de cascalho de água doce, como ocorre nos riachos citados.
  • A Agência Ambiental (Environment Agency) vai realizar um novo estudo sobre a distribuição do salmão no início do próximo ano, com coleta de eDNA para mapear a área de desova.
  • Em vários rios, bloqueios como barragens impedem a migração de salmões; porém Mersey, Bollin e Goyt permitem a subida de parte da população para reproduzir.
  • A recuperação ambiental é destacada por especialistas; a agência ressalta que o estudo visa entender melhor o alcance da recuperação e o estágio de desova.

Young Atlantic salmon foi avistado em três rios do noroeste da Inglaterra pela primeira vez desde 2015, sinalizando uma reviravolta ambiental. Os alevinos foram encontrados nos rios Mersey, Bollin e Goyt, demonstrando capacidade de migração desde o Círculo Ártico para desova.

A atuação envolvida inclui a Environment Agency, que anunciou a pesquisa de distribuição de salmão para o início de 2026, com uso de amostragem de eDNA. A confirmação de desova foi recebida com otimismo pela agência. A BBC também reporta a iniciativa.

Entre as organizações locais, a United Utilities citou avanços de ecossistemas ao longo de extensas margens de rios, que hoje abrigam espécies sensíveis à poluição. O Salford Friendly Anglers Society destacou a necessidade de estruturas de desvio para facilitar a migração de peixes até Roch e Irk.

Contexto da espécie

O salmão do Atlântico foi declarado criticamente em risco na Grã-Bretanha em 2023. Fatores como mudanças climáticas, poluição e espécies invasoras contribuíram para queda de 30% a 50% na população desde 2006. Os salmões costumam desovar em leitos de cascalho em água doce, retornando aos rios de origem após 2 a 3 anos de alimentação no Ártico.

A pesquisa indica que obstáculos como barragens dificultam a subida de rios para a desova. Em Mersey, Bollin e Goyt a migração ocorre, mas há rios com impedimentos técnicos que limitam o trajeto de outras áreas. Autoridades ressaltam que projetos de passagens de peixe podem ampliar as oportunidades de retorno.

A EA reforçou que o monitoramento continuará com tecnologias de detecção ambiental para mapear a extensão da desova e a recuperação da espécie. O estudo de 2026 buscará oferecer uma visão mais precisa sobre a distribuição genética e populacional nas margens britânicas.

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