- Simone Mendes revelou que o filho Henry, 11 anos, começou tratamento para estimular o crescimento, tendo ganhado quatro centímetros em seis meses.
- A decisão foi tomada após a cantora buscar avaliação médica por conta da estatura do filho, já que ela própria mede 1,52 m.
- Endocrinologista aponta que o passo inicial é comparar a altura com a dos pais e monitorar a velocidade de crescimento ao longo de meses.
- O tratamento não é automático com hormônio; depende da causa e pode envolver reposição hormonal ou manejo de doenças subjacentes.
- Quando há indicação, o tratamento com hormônio do crescimento usa somatropina via injeções noturnas durante anos, com acompanhamento periódico.
Simone Mendes, 41, revelou nas redes que seu filho Henry, 11, iniciou um tratamento para estimular o crescimento. A surpresa veio após a cantora dizer que mede 1,52 m, igual ao tamanho da mãe. O objetivo é acompanhar o desenvolvimento do menino.
A artista destacou que o filho já ganhou 4 cm em seis meses. Ela é casada com o empresário Kaká Diniz, 40, com quem também tem Zaya, 5. A informação levantou dúvidas comuns sobre quando investigar a altura de crianças e quais tratamentos existem.
A avaliação médica é o passo inicial diante da baixa estatura. Endocrinologista Cristina Khawali, do Delboni, recomenda consultar um especialista para confirmar se o crescimento está dentro do esperado e planejar as investigações necessárias.
Como funciona a avaliação do crescimento
Pais costumam levar a criança para medir a altura de ambos os genitores, para estabelecer a estatura-alvo. Em seguida, o gráfico de crescimento indica o canal de desenvolvimento e o desvio-padrão da média.
Exame físico completo e histórico clínico detalhado ajudam a identificar doenças que podem interferir no crescimento. Fatores como peso de nascimento, alimentação e atividade física são avaliados, com acompanhamento por quatro a seis meses.
Em muitos casos, tratar condições clínicas resolve a situação. Desnutrição, anemia crônica ou doença renal, por exemplo, podem atrasar o crescimento, sendo possível reverter após tratamento adequado.
Quando o hormônio do crescimento é indicado?
O tratamento é individualizado e depende da causa. Em hipotireoidismo, por exemplo, a reposição hormonal é indicada; em doenças sistêmicas, o tratamento foca na condição subjacente. O hormônio é usado em casos específicos.
Entre os diagnósticos com indicação formal estão deficiência do hormônio do crescimento, síndrome de Turner, PIG com atraso de recuperação, insuficiência renal crônica, síndrome de Prader-Willi e baixa estatura idiopática. Outras condições podem entrar conforme diretrizes locais.
Além do hormônio, há estratégias como melhoria da alimentação, sono adequado e prática regular de atividade física, que favorecem o crescimento de forma natural. Em puberdade precoce, pode haver uso de bloqueadores da puberdade para preservar o ganho de altura.
Como funciona o tratamento com hormônio?
A somatropina é aplicada por via subcutânea, geralmente à noite. O tratamento costuma durar anos, até que a altura atinja o objetivo ou as cartilagens de crescimento se fechem, entre 14-15 anos para meninas e 16-17 para meninos.
O procedimento é de baixo desconforto: agulhas finas, com opções de dispositivos sem agulha. A frequência é diária, com monitoramento a cada três meses para ajuste de dose.
Os efeitos colaterais comuns incluem irritação no local da aplicação, retenção de líquidos e dores musculares. Raros, porém, são casos de problemas nas articulações ou alterações no metabolismo da glicose, exigindo acompanhamento médico.
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