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Carla Prata fala sobre diagnóstico de doença rara autoimune

Carla Prata revela diagnóstico de Miastenia Gravis em 2017, doença rara que quase a fez morrer; cobra mais informação e apoio médico

Carla Prata — Foto: Foto: @jessepinato
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  • Carla Prata, de 44 anos, é rainha de bateria da Acadêmicos do Tucuruvi e ex-bailarina do Faustão; ela contou à Quem sobre o diagnóstico de Miastenia Gravis, doença autoimune crônica.
  • Ela descobriu a doença em 2017, momento em que chegou a pensar que iria morrer, devido à falta de informação na internet sobre o tema.
  • Carla destacou a necessidade de apoio médico, psicológico e de medicação para famílias com doenças raras, além de mencionar que algumas medicações podem custar até meio milhão de reais a cada seis meses.
  • Além da Miastenia Gravis, a influenciadora relatou já ter passado por cirurgias no coração, tratamento de um tumor e lipedema, mantendo-se com visão positiva.
  • Ela segue um regime de repouso antes de desfilar, com dieta rígida e anti-inflamatória (sem glúten e sem lactose), e mencionou ter estudado nutrição por esse motivo.

Carla Prata, de 44 anos, é influenciadora e rainha de bateria da Acadêmicos do Tucuruvi, em São Paulo, e já atuou como bailarina do Faustão. Em entrevista à Revista Quem, ela revelou ter sido diagnosticada com Miastenia Gravis, doença autoimune crônica sem cura, em 2017.

Ela contou que o diagnóstico foi um golpe duro, com episódios de mal-estar já observados na infância. A falta de informações na internet contribuiu para o abalo emocional, e ela pediu mais conteúdo sobre doenças raras ao governo.

A influenciadora destacou ainda o aspecto financeiro, afirmando que algumas famílias não têm acesso a medicamentos caros e a acompanhamento médico. Mesmo assim, afirma que consegue arcar com o tratamento e segue buscando apoio.

Como a Miastenia Gravis afeta o corpo

A doença é neuromuscular e atinge receptores de acetilcolina nos músculos, levando a fraqueza e perda de movimentos. No caso de Carla, isso representa um desafio para a função de rainha de bateria, já que exige resistência física.

Ela disse ter encarado o diagnóstico em janeiro de 2017 como uma vitória ao manter a perspectiva de desfilar. A médica Michele, de medicina integrativa, foi apontada pela própria Carla como essencial para a sua recuperação.

Antes de entrar na avenida, Carla precisa manter repouso e uma alimentação restrita nos dias que antecedem os desfiles. Ela também falou sobre o papel da dieta na melhoria da saúde, adotando hábitos anti-inflamatórios.

Vivências e tratamento

Com histórico de cirurgias cardíacas e remoção de tumor, Carla enfatiza a importância da resiliência. Ela relatou que passou por momentos difíceis, mas mantém uma postura positiva para inspirar outras pessoas.

A base está na alimentação: sem glúten e sem lactose, com preparo próprio das refeições. A ex-bailarina mencionou que chegou a estudar nutrição para aprofundar o tratamento e a qualidade de vida.

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