- O navio de cruzeiro Coral Adventurer ficou encalhado em um recife próximo a Papua-Nova Guiné, cerca de 30 km de Lae, e foi detido por suspeita de não navegabilidade devido a possível dano.
- Autoridades australianas reportaram que a detenção ocorreu conforme a Lei de Navegação de 2012, enquanto o capitão recebe uma autorização de liberação apenas após as formalidades em PNG serem concluídas.
- A Australian Maritime Safety Authority e a Australian Transport Safety Bureau investigam o ocorrido; um relatório preliminar deve sair em cerca de dois meses, a depender de identificar falhas de segurança.
- Não houve feridos entre 80 passageiros e 43 tripulantes; o retorno à Austrália exige voo fretado para Cairns e o tour foi cancelado, com esforços de reflotagem mantidos.
- O Coral Adventurer já enfrentava investigação anterior por outro incidente, relacionado à suposta morte de uma passageira deixada em Lizard Island.
O navio de cruzeiro Coral Adventurer ficou encalhado em um recife ao norte de Papua Nova Guiné, a cerca de 30 km de Lae. A embarcação foi detida por autoridades locais por suspeita de não estar navegável, durante uma investigação sobre como ocorreu o encalhe na manhã de sábado.
Não houve feridos entre os 80 passageiros e 43 tripulantes. As autoridades pescaram comissões de PNG e Austrália para apurar o caso. O barco permanece em águas de PNG até que formalidades sejam concluídas. O tour foi cancelado.
A detenção foi anunciada pelo responsável da polícia de PNG, que afirmou que ordens formais manteriam o navio no recinto das águas do país até a conclusão dos trâmites. A AMSA também confirmou a investigação em andamento.
Investigações em curso
A Autoridade de Segurança Marítima da Austrália (AMSA) informou que deteve o navio com base na suspeita de danos durante o encalhe, e na possível falha do Sistema de Gestão de Segurança. A AMSA coopera com o operador e com as autoridades de PNG.
O Australian Transport Safety Bureau (ATSB) abriu apuração para entender como o Coral Adventurer encalhou. Ainda não há confirmação sobre danos ao casco; não houve relatos de entrada de água com gravidade. Um relatório preliminar deve ficar pronto em cerca de dois meses.
Refluxo e próximos passos
Esforços para reflotar o navio seguem com o suporte de um rebocador, que já foi acionado. A Coral Expeditions, operadora do navio, informou que inspeções iniciais não indicaram danos ao casco, mas que avaliações completas ocorrerão após o reflutramento.
A empresa cancelou o restante da programação da viagem para os passageiros. As investigações também envolvem uma outra ocorrência anterior, relacionada a uma passageira que faleceu após suposta negligência em Lizard Island, na costa australiana.
Entre na conversa da comunidade