- Novo relatório conjunto aponta que o naufrágio ocorreu pelo colapso da construção do bow, e não por colisão ou explosão.
- Investigadores da Estônia, Suécia e Finlândia afirmam que não houve colisão nem explosão durante o voyage.
- Os danos teriam sido causados por rochas no fundo do mar, com base em seis análises, entrevistas com sobreviventes, modelagem e avaliação técnica.
- O acidente ocorreu na noite de 28 de setembro de 1994, no Mar Báltico, e deixou 852 mortos; relatório anterior de 1997 já apontava falha no bow.
- O documento preliminar de 2023 também destacou que a embarcação não estava em condições de navegar com segurança na época, não havendo sinais de nova investigação abrangente.
O naufrágio do ferry Estonia, ocorrido em 1994 no Mar Báltico, deixou 852 mortos. Novo relatório conjunto aponta que o colapso da construção da proa foi a causa da tragédia. Não houve colisão nem explosão, segundo as autoridades.
O estudo, conduzido por investigadores da Estônia, Suécia e Finlândia, utiliza seis análises do local, entrevistas com sobreviventes, modelagem e avaliação técnica. O objetivo é encerrar o caso com dados claros.
Os peritos afirmam que os danos ao casco resultaram de rochas no fundo do mar, e não de falha causada por outro navio ou por qualquer explosão. A vistoria não revelou sinais de colisão durante o percurso.
Conclusões do relatório
O relatório preliminar de 2023 já havia apontado rochas como fator, e reforça que o navio não estava em condições de navegação segura na última viagem. As conclusões buscam encerrar o debate em torno do pior desastre marítimo civil europeu desde a Segunda Guerra.
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