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Gorilas do zoológico de Bristol mudam-se para fora da cidade

Sete gorilas de Bristol migram para nova floresta africana fora da cidade, com área quatro vezes maior e maior complexidade, após a eutanásia de Jock

Two of the western lowland gorillas settling in to their new home.
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  • Sete gorilas-ocidentais de bristol foram transferidos, com escolta policial, para um novo habitat fora da cidade, a cinco milhas do antigo zoológico.
  • O novo espaço, denominado “floresta africana”, é quatro e meio vezes maior que o anterior e mais complexo, entre as árvores.
  • Hasani, de cinco anos, foi o primeiro a explorar o novo recinto; Touni, uma das fêmeas adultas, é destaque pela habilidade de trepar.
  • A transferência ocorreu em fevereiro; dez dias depois, o gorila cinzento Jock, de 42 anos, foi eutanasiado após sofrer dissecção aórtica.
  • No curto prazo, os gorilas devem dividir o espaço com mangabéis-estrela-endêmicos e um bando de papagaios-cinzentos africanos, resgatados de comerciantes ilegais.

O grupo de gorilas da região de Bristol foi transferido de Clifton, onde vivia próximo ao centro, para o Bristol Zoo Project, em área próxima à cidade, a cinco milhas de distância. A mudança ocorreu em fevereiro, sob escolta policial, após meses de preparação e controvérsia pública. A operação envolveu mais de 40 pessoas, entre cuidadores, veterinários e especialistas em relocação.

Sete gorilas, incluindo um macho alpha, passaram a ocupar o que o zoológico chamou de “floresta africana” temporária. O objetivo é oferecer maior complexidade ambiental e espaço: o novo recinto tem quatro vezes o tamanho anterior. A equipe indica que os animais se adaptam, explorando árvores altas e áreas de alimentação.

Entretanto, o traslado teve desfechos tristes. Dez dias depois da mudança, Jock, o silverback de 42 anos, foi eutanizado após apresentar apatia e recusa alimentar. O laudo apontou dissecção da aorta. A equipe ressalta o papel do veterano na socialização do grupo, mesmo após o falecimento.

Desde então, os gorilas têm saído gradualmente para o exterior, com a imprensa acompanhando a transição. A primeira visita pública está prevista para quarta-feira, consolidando a presença dos seven gorillas no novo espaço. O projeto pretende, ainda, partilhar o recinto com mangabês de nariz vermelho em risco.

O Bristol Zoo Project mantém a narrativa de que o novo espaço oferece condições superiores e facilita comportamentos naturais, como escalada e busca por alimento entre as árvores. A mudança também faz parte de uma reestruturação mais ampla da instituição, que inclui outras espécies e parcerias de conservação.

Histórico do vínculo com gorilas em Bristol remonta a décadas, com registros desde Alfred, em 1930. A população atual, transferida de Clifton, é tema de debates sobre bem-estar animal e impactos da vida em cativeiro. Críticos enfatizam questões éticas, enquanto apoiadores citam programas de reprodução e conservação.

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