- Indígenas que ocupavam o terminal da Cargill em Santarém (PA) deixaram o local no final de semana.
- A Cargill afirmou estar focada em retomar as operações e os embarques de grãos para manter o fornecimento aos agricultores, clientes e parceiros.
- A empresa agradeceu a resiliência dos funcionários durante a interrupção das atividades no terminal.
- Na terça-feira, indígenas protestantes haviam prometido desocupar em 48 horas após a revogação de um decreto governamental sobre hidrovias do Norte; a Cargill não comentou prejuízos ou prazo exato de retomada.
Indígenas que ocuparam um terminal da Cargill em Santarém (PA) no fim de semana deixaram o local, e a empresa informou que trabalha para retomar as operações e os embarques de grãos. O objetivo é reduzir impactos nos envios pelo Arco Norte.
A Cargill enfatizou que está focada em retomar as atividades para continuar atuando junto de agricultores, clientes e parceiros, assegurando transporte seguro e confiável. A empresa também agradeceu a resiliência dos funcionários durante a interrupção.
A companhia não detalhou prejuízos provocados pelo protesto nem apresentou prazo para a retomada total das operações. Até o momento, não houve detalhamento de cronograma por parte da empresa ou de autoridades.
Contexto do desocupação
Indígenas presentes no protesto haviam prometido desocupar as instalações em 48 horas após a revogação de decreto governamental sobre hidrovias do Norte. O movimento buscava pressionar o governo a rever medidas que afetariam o transporte de grãos na região.
Entre na conversa da comunidade