Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebolBrasil_POLÍTICA_economia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ingrid Horrocks vence principal prêmio do Ockham Awards pela estreia de ficção

Ingrid Horrocks vence o prêmio Jann Medlicott Acorn de ficção no Ockham Awards com All Her Lives, marcando a quinta vitória de uma coletânea em cinquenta e oito anos

Ingrid Horrocks has won the Jann Medlicott Acorn prize, the top category at the 2026 Ockham New Zealand book awards, for her short story collection All Her Lives.
0:00
Carregando...
0:00
  • Ingrid Horrocks, poeta e escritora de Wellington, vence o Jann Medlicott Acorn prize for fiction de NZ$ 65.000 no evento de prêmios Ockham Books de 2026, com a coletânea de contos All Her Lives.
  • A obra acompanha nove mulheres em nove fases de vida e gerações, abordando política, gênero e maternidade.
  • Esta é a quinta vez que uma coletânea de contos leva o prêmio principal desde o início, há 58 anos.
  • Horrocks ficou “estagnada e surpresa” ao ser anunciada vencedora e disse que o prêmio a incentiva a escrever mais ficção e a alcançar mais leitores.
  • Entre as demais premiadas na noite, Jacinda Ardern levou o EH McCormick prize de não ficção, John Prins ganhou o Hubert Church prize, Nafanua Purcell Kersel venceu o Mary and Peter Biggs award for poetry, Tina Makereti ficou com o prêmio de não ficção geral e Elizabeth Cox com o prêmio de não ficção ilustrada.

Ingrid Horrocks venceu o principal prêmio literário da Nova Zelândia com a sua coletânea de contos de estreia, All Her Lives. O anúncio ocorreu na cerimônia dos Ockham Book Awards de 2026, em Wellington. O valor do prêmio Jann Medlicott Acorn for Fiction é de NZ$ 65 mil.

A escritora, poeta, ensaísta e memoireista de Wellington tornou-se a quinta autora a levar o galardão de maior prestígio, desde a criação do prêmio há 58 anos. A obra acompanha nove mulheres em nove fases e gerações distintas, explorando política, gênero e maternidade.

Horrocks ficou entre os finalistas ao lado da estreante Laura Vincent, da escritora e jornalista Sam Mahon e da premiada Catherine Chidgey, que já venceu duas vezes o topo do prêmio. A autora classificou o momento como surpresa e revelou que pretende escrever mais ficção.

Horrocks contou ao Guardian que ficou perplexa quando viu o nome ser chamado, e ressaltou que o reconhecimento a estimula a aprofundar mais a ficção. Ela também mencionou o desejo de que mais leitores conheçam o seu livro.

A premiada afirmou que, após anos escrevendo sobre a vida das mulheres em não ficção, a ficção permitiu-lhe mergulhar nas personagens. A coleção transita entre cenários de Nova Zelândia rural após a Primeira Guerra, Berlim durante a Weiberfastnacht e protestos contra a turnê sul-africana de 1981, cruzando continentes e épocas.

O júri de ficção, Craig Cliff, descreveu a obra como precisa, clara e sem peso desnecessário. Ele elogiou a abordagem de temas de gênero e sexualidade e a capacidade de explorar diferentes perspectivas de feminilidade. Já a jurada internacional Leslie Hurtig disse ter lido All Her Lives em uma só leitura.

Outros prêmios e destaques da noite também foram anunciados. Jacinda Ardern ganhou o EH McCormick prize de não ficção geral com o memoir A Different Kind of Power. John Prins levou o Hubert Church prize para o melhor livro pela primeira vez com Pastoral Care.

A poesia teve destaque com Nafanua Purcell Kersel, nascida em Samoa, vencedora do Mary e Peter Biggs Award for Poetry com Black Sugarcane. Tina Makereti, de origem Māori, venceu o prêmio de não ficção geral com This Compulsion in Us, uma coleção de ensaios autobiográficos. O prêmio de não ficção ilustrada ficou com Elizabeth Cox, por Mr Ward’s Map: Victorian Wellington Street by Street.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais