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Alerj aprova formação de jovens para incentivar leitura no RJ

Alerj aprova Jovens Embaixadores do Livro; projeto segue para sanção do governo, com quinze dias úteis para decisão, formando jovens agentes da leitura

Rio de Janeiro (RJ), 21/08/2025 - Biblioteca comunitária Atelier das Palavras, no morro da Mangueira, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
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  • Alerj aprovou a criação do programa Jovens Embaixadores do Livro, que ainda depende da sanção ou veto do governo do estado, em até 15 dias úteis.
  • O objetivo é formar jovens entre 15 e 29 anos para atuar como multiplicadores da leitura e da escrita, com apoio de escolas, bibliotecas e editoras, via edital público.
  • Serão considerados critérios de seleção o interesse pela leitura, participação em atividades comunitárias e representatividade territorial, com políticas de inclusão para jovens com deficiência.
  • Os aprovados receberão capacitação em mediação de leitura, dinamização de atividades culturais e gestão de projetos, com acompanhamento pedagógico e certificado ao final das atividades.
  • O programa prevê parcerias com editoras, livrarias e autores, além de acervo de obras clássicas da literatura brasileira; é vedado o uso político-partidário e deverá respeitar neutralidade e pluralismo.

A Alerj aprovou nesta quinta-feira (12) a criação do programa Jovens Embaixadores do Livro, voltado à leitura e à escrita no Rio de Janeiro. O projeto segue para sanção ou veto do governador, em até 15 dias úteis.

A proposta é de autoria da deputada Dani Balbi (PCdoB) e aprovada em segunda discussão. Caso sancionado, o programa formará jovens multiplicadores com apoio de escolas, bibliotecas e editoras.

Jovens entre 15 e 29 anos, matriculados em instituições públicas ou privadas, ou vinculados a organizações sociais, poderão participar. A seleção será via edital público, sob coordenação de órgão estadual de cultura.

Como funciona

O Conselho Estadual de Políticas Culturais definirá critérios de participação, incluindo interesse pela leitura, comprometimento social e representatividade territorial. Haverá políticas de inclusão para jovens com deficiência.

Os selecionados receberão capacitação em mediação de leitura, dinamização de atividades culturais e gestão de projetos, além de acompanhamento pedagógico. O certificado valerá como extensão ou formação complementar.

Acesso à leitura e parcerias

Após a formação, os jovens atuarão como agentes culturais nas comunidades, promovendo atividades para democratizar o acesso à leitura e incentivar a produção literária local. Parcerias com editoras, livrarias e autores estão previstas.

O acervo recomendado será composto por obras clássicas da literatura brasileira de diferentes estilos. O programa proíbe uso político-partidário, mantendo neutralidade administrativa e pluralismo de ideias.

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