- Alerj aprovou a criação do programa Jovens Embaixadores do Livro, que ainda depende da sanção ou veto do governo do estado, em até 15 dias úteis.
- O objetivo é formar jovens entre 15 e 29 anos para atuar como multiplicadores da leitura e da escrita, com apoio de escolas, bibliotecas e editoras, via edital público.
- Serão considerados critérios de seleção o interesse pela leitura, participação em atividades comunitárias e representatividade territorial, com políticas de inclusão para jovens com deficiência.
- Os aprovados receberão capacitação em mediação de leitura, dinamização de atividades culturais e gestão de projetos, com acompanhamento pedagógico e certificado ao final das atividades.
- O programa prevê parcerias com editoras, livrarias e autores, além de acervo de obras clássicas da literatura brasileira; é vedado o uso político-partidário e deverá respeitar neutralidade e pluralismo.
A Alerj aprovou nesta quinta-feira (12) a criação do programa Jovens Embaixadores do Livro, voltado à leitura e à escrita no Rio de Janeiro. O projeto segue para sanção ou veto do governador, em até 15 dias úteis.
A proposta é de autoria da deputada Dani Balbi (PCdoB) e aprovada em segunda discussão. Caso sancionado, o programa formará jovens multiplicadores com apoio de escolas, bibliotecas e editoras.
Jovens entre 15 e 29 anos, matriculados em instituições públicas ou privadas, ou vinculados a organizações sociais, poderão participar. A seleção será via edital público, sob coordenação de órgão estadual de cultura.
Como funciona
O Conselho Estadual de Políticas Culturais definirá critérios de participação, incluindo interesse pela leitura, comprometimento social e representatividade territorial. Haverá políticas de inclusão para jovens com deficiência.
Os selecionados receberão capacitação em mediação de leitura, dinamização de atividades culturais e gestão de projetos, além de acompanhamento pedagógico. O certificado valerá como extensão ou formação complementar.
Acesso à leitura e parcerias
Após a formação, os jovens atuarão como agentes culturais nas comunidades, promovendo atividades para democratizar o acesso à leitura e incentivar a produção literária local. Parcerias com editoras, livrarias e autores estão previstas.
O acervo recomendado será composto por obras clássicas da literatura brasileira de diferentes estilos. O programa proíbe uso político-partidário, mantendo neutralidade administrativa e pluralismo de ideias.
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