- O escritor peruano Alfredo Bryce Echenique morreu aos 87 anos, deixando um legado na literatura latino-americana.
- Autor de Un mundo para Julius, obra que lhe rendeu destaque na geração pós-boom, além de reconhecimento na França.
- Nasceu em Lima em 19 de fevereiro de 1939, formado em Direito e Letras pela Universidade Nacional de San Marcos; doutorou-se pela Sorbonne.
- Ganhou a Fundação Guggenheim em 1975 e viveu em Estados Unidos e Espanha antes de retornar ao Peru em 1999.
- Casou-se duas vezes, teve vínculos marcantes com a Europa e colaborou para ampliar a visão da vida e da memória em seus textos.
Alfredo Bryce Echenique, escritor peruano, morreu aos 87 anos, conforme informações veiculadas pela imprensa. Figura central da geração pós-boom da literatura latino-americana, ele deixa uma obra marcada pela crítica social e pela memória afetiva.
Entre seus títulos mais reconhecidos estão Un mundo para Julius, que retrata a alta burguesia limeña sob a ótica de um garoto órfão, e lhe rendeu o Prêmio Nacional de Literatura do Peru em 1972. Em 1974, a obra recebeu reconhecimento internacional na França.
Sua trajetória ganhou destaque também por uma produção prolificamente fina de contos e romances. A vida pública de Bryce Echenique incluiu passagens marcantes por Lima, Paris e Madrid, onde viveu por longos anos, antes de retornar ao Peru em meados dos anos 1990.
Nascido em 19 de fevereiro de 1939, em Lima, ele estudou direito e letras na Universidad Nacional de San Marcos, com doutorado na Sorbonne. Ao longo da carreira, publicou dezenas de títulos e manteve uma atuação cultural reconhecida na América Latina.
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