- A umidade presente no papel, resultado do uso de água na fabricação, libera compostos voláteis como o carbonato de cálcio e fibras de celulose, que formam o cheiro característico ao abrir o livro.
- A tinta de impressão, principalmente a base de resina ou óleo na impressão offset, contribui para o aroma o que pode influenciar o perfume biblioteco.
- A cola empregada no processo de fabricação também participa do olfato, porém em menor intensidade, pois o endurecimento da cola (cura) ocorre rápido.
- O cheiro varia conforme o tipo de papel utilizado; cadernos e livros com materiais diferentes tendem a ter cheiros distintos.
- Estudo cita fontes como a Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Academia Brasileira de Letras e o Science History Institute.
O aroma de livro novo nasce da combinação de água, papéis, tintas e colas usados na fabricação. Ao abrir um exemplar, a umidade liberada durante o processo se mistura a compostos voláteis presentes no papel e na tinta, criando o cheiro característico.
A água, consumida na produção do papel, funciona como veículo para dissolver lascas de madeira e lavar resíduos. Ao evaporar, leva consigo moléculas que definem o perfume bibliotesco, como carbonato de cálcio e fibras de celulose.
A tinta offset, comum na impressão, utiliza resina ou óleo. Seu odor contribui ao liberar compostos voláteis ao longo do processo de impressão e endurecimento da cola interfere menos na fragrância final.
Como o aroma é formado
O cheiro depende do papel utilizado. Diferentes matérias-primas geram variações perceptíveis ao olfato, de acordo com o processo de fabricação e a composição das emulsões.
Componentes e variações
Entre os elementos que influenciam o perfume estão o teor de umidade, a presença de aditivos e o tipo de tinta. Textos com papéis semelhantes tendem a cheirar de modo distinto conforme o tratamento químico aplicado.
Fontes consultadas incluem especialistas da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Academia Brasileira de Letras e o Science History Institute.
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