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PMEs podem concorrer a contratos públicos do Carnaval

PMEs ainda podem disputar contratos públicos do Carnaval, desde que foquem na organização e execução rápida, apesar de prazos curtos

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Editais do Carnaval ainda abrem espaço para PMEs venderem ao setor público
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  • PMEs ainda podem disputar contratos públicos ligados ao Carnaval, incluindo serviços operacionais, mesmo com prazos curtos.
  • Editais costumam sair entre novembro e janeiro, com maior volume no início do ano; o Carnaval começa em 13 de fevereiro.
  • Serviços mais demandados incluem limpeza urbana, manejo de resíduos, estruturas temporárias (palcos, tendas, gradis, arquibancadas e banheiros químicos) e, ainda, hidratação, segurança, saúde, controle de acesso, som, luz, imagem, sinalização e comunicação.
  • Com prazos curtos, é essencial atuar dentro da Lei 14.133 e mirar objetos compatíveis com a capacidade da empresa, priorizando contratos já disponíveis para entrega.
  • Principais entraves são organização interna, documentos vencidos, custos extras não considerados e questões de compliance; usar tecnologia de gestão ajuda a monitorar oportunidades e planejar a execução.

Os editais do Carnaval continuam oferecendo espaço para pequenas e médias empresas atuarem com o poder público, especialmente em serviços operacionais. Mesmo com prazos reduzidos, há oportunidades ligadas à organização da festa e à execução das atividades.

A avaliação é de Alan Conti, CEO da Effecti, que aponta publicações entre novembro e janeiro, com novas licitações surgindo próximo ao evento, marcado para começar em 13 de fevereiro. Empresas devem considerar seus limites de entrega.

Serviços mais demandados no período

Entre os editais mais recorrentes estão contratos de limpeza urbana, manejo de resíduos e estruturas temporárias, como palcos, tendas, gradis, arquibancadas e banheiros químicos. Também aparecem licitações para hidratação, segurança e saúde, controle de acesso, som, luz, imagem, sinalização e comunicação.

Prazos curtos exigem foco

Segundo Conti, ainda há margem para participação desde que as empresas respeitem os prazos mínimos da Lei 14.133 e foquem em objetos compatíveis com o intervalo. A estratégia é disputar contratos já alinhados à capacidade instalada.

Tecnologia ajuda a ganhar tempo

Para competir em prazos curtos, a tecnologia é recomendada como ferramenta de organização. Plataformas de automação ajudam a monitorar oportunidades e reduzir falhas operacionais, com alertas por palavra-chave, região e modalidade.

Execução acompanha a proposta

A execução contratual exige planos de operação por município, laudos técnicos, ART e seguros compatíveis, além de acompanhar lances em tempo real. Em contratações artísticas, a organização prévia da inexigibilidade evita alegações de urgência sem respaldo legal.

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