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Cuba prende filho de pastor em ação atribuída a repressão ao cristianismo

Filho de pastor é detido em Cuba após protestos em Morón; ONG e família dizem temer pelo estado de saúde do adolescente

Cuba sequestra filho de pastor como repressão ao cristianismo
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  • Um adolescente de 16 anos, filho do pastor Evangélico Elier Muir Ávila, está sob custódia das autoridades de Cuba em Morón, Ciego de Ávila, após protestos registrado na cidade.
  • Jonathan Muir Burgos foi detido na segunda-feira, após ir com o pai a uma intimação policial; o pastor foi liberado no mesmo dia, mas o jovem permanece detido.
  • Ele foi interrogado sobre participação nos protestos e eventuais declarações públicas, incluindo pedidos por liberdade; ainda não houve acusação formal, mas o caso pode seguir para os ministérios públicos.
  • Jonathan está detido no Departamento de Investigação Técnica em Ciego de Ávila; familiares e defensores temem pela saúde dele, devido a um problema médico grave.
  • As detenções ocorrem em meio a tensões no país, com apagões, escassez de alimentos e internet interrompida; organizações de direitos humanos acompanham o caso e pedem a libertação do adolescente.

Jonathan Muir Burgos, de 16 anos, está sob custódia das autoridades cubanas após ser detido em Morón, Ciego de Ávila, durante protestos. O adolescente participou de uma intimação policial com o pai, o pastor Elier Muir Ávila.

A detenção ocorreu na segunda-feira. O pastor foi liberado no mesmo dia, mas o jovem permaneceu detido no Departamento de Investigação Técnica da região.

O adolescente foi interrogado sobre sua participação nos protestos da sexta e do sábado, incluindo a possível realização de declarações públicas. Ainda não houve acusação formal; o caso pode seguir para promotores.

Jonathan continua detido em Morón, com relatos sobre um estado de saúde considerado grave por familiares. O jornalismo de direitos humanos acompanha o desdobramento.

Contexto e desdobramentos

As ações ocorreram em meio a noites de apagões e agravamento da escassez de alimentos e medicamentos. Em Morón, as manifestações começaram após sete dias sem energia elétrica.

Durante os atos, houve ataques a instalações do Partido Comunista e registro de uma pessoa baleada. A internet foi interrompida na região durante os protestos.

O portal CiberCuba informou aumento de ações policiais após os protestos, incluindo intimações, buscas e detenções, muitas direcionadas a jovens.

Relevância institucional

O histórico familiar é destacado: o pai de Jonathan lidera a igreja Tiempo de Cosecha, com atuação fora do sistema religioso formal reconhecido pelo Estado cubano.

Em Cuba, organizações religiosas precisam de autorização governamental para funcionar. Em 2024, autoridades advertiram líderes não reconhecidos de que só poderiam exercer atividades oficiais com chancela estatal.

Casos semelhantes já foram relatados, com relatos de prisões ligadas a familiares de líderes religiosos durante protestos. A repressão é descrita por organizações de direitos humanos como parte de um padrão maior.

A Christian Solidarity Worldwide pediu a libertação imediata de Jonathan e destacou preocupações com a saúde do adolescente. A entidade também criticou detenções de menores de idade.

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