- Igrejas fora da aliança com Moscou na Ucrânia ocupada vêm enfrentando invasões e substituições forçadas do clero.
- Igrejas independentes e de outras denominações têm sido expulsas, fechadas ou forçadas a se alinhar com a linha ortodoxa russa.
- A comunidade denuncia que a perseguição visa controlar a religião, intimidando fiéis e líderes que resistem às imposições russas.
- Muitas igrejas seguem atuando de forma clandestina, apoiando comunidades e organizando resistência.
- Organizações internacionais pedem às autoridades russas que cessem as ações de perseguição e respeitem a liberdade religiosa na região.
Na Ucrânia ocupada pela Rússia, igrejas que não integram a linha oficial de Moscou têm enfrentado invasões e a substituição forçada de clero, conforme relatos recebidos. A escalada veio após a intensificação do conflito, ampliando a pressão sobre comunidades religiosas locais.
Entre os atingidos estão igrejas independentes e de outras denominações que não seguem a ortodoxia russa. Forças russas teriam fechado templos, tomado bens e, em alguns casos, removido líderes religiosos para alinhamento com a agenda de Moscou.
A região ocupada é apontada como palco de ações destinadas a controlar a prática religiosa. Comunidades cristãs relatam intimidação de fiéis e de líderes resistentes, em meio a um cenário de violação de direitos humanos e liberdade de culto.
Contexto e resistência
Organizações internacionais têm acompanhado a situação, cobrando respeito à liberdade religiosa. A Igreja Ortodoxa Ucraniana, que não se submete a Moscou, figura entre os grupos que sofrem ataques e ameaças, segundo denúncias locais.
Apesar das adversidades, parte da comunidade religious continua atuando de forma clandestina, buscando apoio internacional para denunciar as violações e manter a assistência às pessoas atingidas pela perseguição.
Liberdade religiosa em jogo
A defesa da liberdade de culto é destacada por organizações humanitárias como um direito fundamental. A situação na Ucrânia ocupada evidencia a necessidade de monitoramento e resposta internacional para assegurar garantias a fiéis de diferentes denominações.
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