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La Roux apoia modelo que acusa Kanye West de asfixiá-la durante o clipe

Novos depoimentos corroboram acusações de agressão sexual contra Kanye West em set de vídeo, no âmbito da Lei de Violência Motivada por Gênero em Nova York

Kanye West
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  • A modelo Jenifer An, finalista do America’s Next Top Model em 2009, processa Kanye West por violência sexual sob a Gender Motivated Violence Protection Act de Nova York, em novembro de 2024.
  • Novos affidavits apresentados pela defesa de An incluem alegações de que o set de um videoclipe de La Roux teve ocorrências de constrangimento e atos sexuais simulados, com West supostamente se exibindo como “arte”.
  • Os documentos contêm capturas de tela de mensagens entre An e a conta oficial de La Roux no Instagram, nas quais Elly Jackson afirma lembra do episódio e pediu para não ser usado ou visto.
  • Jackson reconhece que já havia comentado publicamente sobre o incidente, mas disse que não era sua história para contar e que West a ameaçou de alguma forma para silenciar a evidência.
  • Em 2020, Jackson disse ter sido instruída a escrever um e‑mail de desculpas a West, sob pressão, segundo os documentos apresentados pelas advogadas de An.

A modelo Jenifer An, que ficou conhecida por disputar o título de America’s Next Top Model em 2009, entrou com processo por assédio sexual contra Kanye West em Nova York no fim de 2024. A ação foi movida com base na Lei de Proteção contra Violência Motivada por Gênero da cidade. O episódio aconteceu durante as filmagens de um remix da canção In for the Kill, em setembro de 2010, em que An atuaria como figurante.

Segundo os documentos, West supostamente se impôs no set com ações consideradas humilhantes. Alega-se que ele tentou controlar a cena, além de manejar de forma invasiva a modelo, chegando a simular sexo forçado durante a filmagem. A produção teria se caracterizado pela quebra de limites e por atitudes que An descreveu como degradantes.

A defesa de West apresentou, em janeiro, um pedido de dismissação da ação, sustentando que as condutas teriam ocorrido no âmbito da produção de uma expressão artística, argumento que buscaria proteção sob a liberdade de expressão. O pleito contestado pela equipe de An.

A nova apresentação de An, protocolada nesta semana, traz cinco anexos que, segundo os advogados, fortalecem as alegações. Entre eles, mensagens exibidas em redes sociais mostram contato entre An e a conta verificada da La Roux, identificada como Elly Jackson, com indícios de memória do episódio.

Conforme o material, Jackson reconhece a lembrança do ocorrido e afirma ter solicitado que o material não fosse divulgado, por preocupação com a própria família e com a imagem da artista. Em mensagens adicionais, a cantora menciona que já havia comentado publicamente sobre o episódio com o cuidado de não contar a história de outra pessoa.

Os documentos também indicam que Jackson teria afirmado ter sido pressionada pelo andamento da situação e pela posição de West, afirmando que ele utilizava sua influência para sancionar ou restringir audiências. A defesa de Jackson descreve essa relação de poder no contexto da indústria musical.

Representantes de Jackson não comentaram o andamento das ações quando procurados pela Rolling Stone. A defesa de An afirma que os novos documentos oferecem evidência substancial para sustentar as acusações e permitir que o caso seja plenamente examinando em juízo.

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