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CCJ aprova prisão imediata para agressor que descumpre medida protetiva

CCJ da Câmara aprova prisão imediata de agressor que descumprir medida protetiva; projeto segue para plenário e altera o Código de Processo Penal e a Lei de Execução Penal

Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados. Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados
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  • A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara aprovou projeto de lei que prevê prisão preventiva para quem descumpre medidas cautelares de violência doméstica ou familiar.
  • A mudança altera o Código de Processo Penal e a Lei de Execução Penal e segue para votação no plenário.
  • O texto estabelece que, em caso de desobediência ao uso da tornozeleira eletrônica ou à ordem de manter distância da vítima, a medida cautelar pode ser substituída por prisão.
  • O substitutivo, apresentado pelo deputado Aureo Ribeiro, foi aprovado com ajustes de técnica legislativa, conforme recomendação do relator, deputado Marangoni.
  • A justificativa destaca que o descumprimento das medidas aumenta a vulnerabilidade das vítimas e pode levar à revitimização.

A CCJ da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, 17, um projeto de lei que prevê prisão preventiva para quem descumpre medidas cautelares relativas à violência doméstica ou familiar contra mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência. A proposta segue para o plenário.

O texto estabelece que a medida cautelar pode ser substituída por prisão em casos de desobediência ao uso correto da tornozeleira eletrônica ou à ordem de manter distância da vítima. A mudança impacta o Código de Processo Penal e a Lei de Execução Penal.

Por indicação do relator, deputado Marangoni, o substitutivo aprovado pela CCJ é apresentado pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, com contribuições de Aureo Ribeiro. O objetivo é corrigir aspectos de técnica legislativa.

Segundo o relator, o descumprimento de medidas protetivas aumenta a vulnerabilidade das vítimas e pode levar à revitimização, ampliando riscos à integridade física e psíquica. A justificativa original discute casos de desrespeito a medidas já instauradas.

A proposta, que ainda depende de apreciação no plenário, busca endurecer a resposta do Estado a condutas de violência, ampliando instrumentos de proteção às vítimas. As informações são da Agência Câmara.

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