- Deolane Bezerra está sob nova investigação por suspeita de ligação com facção criminosa e lavagem de dinheiro, com bloqueio de seus bens.
- A irmã de Deolane reagiu nas redes, dizendo que a prisão não pode ser instrumento de pressão, marketing ou vingança social.
- A investigação aponta quase cinquenta depósitos nas empresas da influenciadora, com valores que passam de setecentos mil reais, pagos por um suposto banco de crédito.
- A defesa afirma que há perseguição e destaca a necessidade de provas, reforçando que a prisão não condiz com o devido processo legal.
- O histórico de Deolane inclui prisões em dois momentos de 2024, uma após suspeita de lavagem de dinheiro, seguida de liberação e nova detenção um dia depois.
Deolane Bezerra volta a ser alvo de investigação em meio a denúncias de ligação com facção criminosa e lavagem de dinheiro. A medida envolve bloqueio de bens da influenciadora, enquanto o foco de defesa recai sobre suposta perseguição.
A nova apuração apontou cerca de 50 depósitos nas empresas ligadas a Deolane, com valores que superam R$ 700 mil. O “banco de crédito” citado na investigação tem, segundo apuração, responsável um homem morador da Bahia.
Em meio ao tema, a defesa de Deolane sustenta que as informações são usadas para gerar manchetes e suposições sem provas suficientes. A investigação envolve a possibilidade de participação em organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Reação da irmã de Deolane
A irmã da influenciadora criticou a forma como o caso tem ganhado espaço na mídia. Segundo ela, a Justiça não pode ser tratada como espetáculo nem pessoas podem ser consideradas culpadas antes do devido processo legal.
Ela ressaltou que a história de Deolane envolve fatos e narrativas conflitantes, e destacou a importância da defesa e do esclarecimento oficial dos fatos. A posição foi anunciada após a nova prisão da influenciadora.
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