- Filme Xica da Silva ganhará exibição em cópia restaurada pela Sessão Vitrine Petrobras em 16 de julho, perto de completar 50 anos.
- Antes, será exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Ouro Preto em 28 de junho, em mesa de debate com Renata Magalhães e Débora Butruce.
- A obra retorna aos cinemas com patrocínio da Petrobras, integrando novamente a programação da Sessão Vitrine Petrobras.
- O longa, estrelado por Zezé Motta, acompanha a história de uma mulher negra escravizada que conquista a alforria e rompe padrões na sociedade da época.
- O filme já recebeu prêmios no Festival de Brasília, incluindo Melhor Filme, Direção e Atriz, e teve mais de 3,1 milhões de espectadores.
O filme Xica da Silva ganhará exibição em cinema em caráter de relançamento com cópia restaurada pela Sessão Vitrine Petrobras. A data marcada é 16 de julho, em cartaz nos cinemas, perto das celebrações pelo meio século de seu lançamento. A iniciativa visa manter viva a memória do cinema brasileiro.
Protagonizado por Zezé Motta, o longa conta a história de uma mulher negra escravizada que, após conquistar a alforria, rompe padrões de sua época. A produção retrata sua relação com João Fernandes de Oliveira, empresário de diamantes e figura influente do Império Português, com 13 filhos.
Antes da reestreia ampla, a cópia restaurada fará a sua primeira exibição no Festival de Cinema de Ouro Preto, em 28 de junho. O evento incluirá uma mesa de debate com Renata Magalhães, viúva do diretor Cacá Diegues e detentora dos direitos da obra, e a restauradora Débora Butruce.
A reprise do título ocorre na programação da Sessão Vitrine Petrobras. A iniciativa reforça o protagonismo de narrativas negras e femininas no cinema brasileiro, mantendo o filme no circuito de relançamentos patrocinados pela Petrobras. A intenção é consolidar o legado da obra.
Chica da Silva permanece como referência por sua ousadia e pela centralidade feminina na trama. A produção consolidou-se entre os grandes destaques da cinematografia nacional e teve forte impacto cultural e social desde o lançamento original, há quase 50 anos.
Sobre a preservação e o legado
A Restauradora Débora Butruce e a equipe de curadoria justificam o relançamento como forma de resgatar referências do audiovisual brasileiro. O projeto sustenta a missão de valorizar obras de patrimônio, ampliando o acesso das novas gerações a esse repertório.
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