- Melissa Rein Lively, de 40 anos, admitiu agressão a uma mulher em uma estação de metrô de Londres e recebeu uma advertência condicionada.
- Em acordo, ela reconheceu que a conduta equivalia a crime e concordou em pagar 910 libras em indenização à vítima; a acusação de agressão por vias de fato foi retirada.
- A indenização deve ser paga em julho; a defesa não compareceu à audiência no tribunal de Westminster.
- O incidente ocorreu na noite de 11 de outubro do ano passado, quando duas irmãs caminhavam com seus filhos em direção à Bond Street, uma delas empurrando um carrinho.
- A irmã de Rein Lively teria puxado o cabelo dela em retaliação, segundo a promotoria; o alemão Philipp Ostermann, que estava com ela, nega as três acusações contra ele e permanece em liberdade até o julgamento.
A influencer norte-americana Melissa Rein Lively reconheceu ter cometido uma agressão contra uma mulher em uma estação de metrô em Londres. O incidente ocorreu no Bond Street no mês de outubro do ano passado, durante um confronto com duas irmãs que estavam com crianças.
Segundo o Ministério Público, Rein Lively, de 40 anos, encontrou um homem identificado como Philipp Ostermann, nacional alemão, à frente das vítimas. O inquérito descreve que Rein Lively se desequilibrou e tocou o carrinho de bebê, levando a uma reação da mulher que empurrava o carrinho.
Envolvidos e desdobramentos
A defesa informou que Rein Lively aceitou uma advertência condicionada, reconhecendo que a conduta constituiu crime. Como parte do acordo, a influencer concordou em pagar £910 de indenização à vítima, com vencimento em julho. A acusação de agressão física direta foi retirada.
O caso também envolve Ostermann, 37, que responde a três acusações de ordem pública com conotação racial e outra acusação de ordem pública. Ostermann afirmou não ser culpado e permanece em liberdade provisória, com audiência marcada para novembro no City of London Magistrates’ Court.
O tribunal não informou a data exata da audiência, mas confirmou que Rein Lively não compareceu à sessão. O pagamento da indenização ainda não foi efetuado, segundo relatos da atuação judicial apresentada à corte.
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