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Toffoli utilizou avião de empresário para visitar resort após venda de participação

Toffoli usou aeronaves de empresários para ir ao resort Tayayá, após vender participação, com indícios de deslocamentos com apoio institucional

Ministro Dias Toffoli, do STF (Foto: Rosinei Coutinho/STF)
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  • O ministro Dias Toffoli, do STF, utilizou aviões de empresários para ir ao resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), após vender participação no empreendimento em 2025.
  • A viagem ocorreu em aeronave da Prime Aviation, cuja acionista é Daniel Vorcaro, sócio do Banco Master.
  • Indícios surgiram do cruzamento de dados de passageiros do terminal de aviação executiva de Brasília com registros de deslocamento da equipe de apoio ao ministro em 2025.
  • Em 27 de fevereiro, Toffoli chegou ao terminal às 9h40; às 10h25, uma aeronave da Prime Aviation decolou com destino a Ourinhos, SP, cidade mais próxima de Ribeirão Claro.
  • No dia anterior, três servidores do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região foram enviados a Ourinhos e Ribeirão Claro para prestar apoio em segurança e transporte para autoridade do STF; Toffoli também já viajou em aviões de Paulo Humberto Barbosa (que comprou a participação dele no Tayayá) e de Luiz Osvaldo Pastore (que levou o ministro a Lima, no Peru, para a final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras).

O ministro Dias Toffoli, do STF, utilizou aviões de empresários para ir ao resort Tayayá, em Ribeirão Claro (PR), após vender participação no empreendimento em 2025. A informação é do Estadão, com base na semana de dados de voos.

Os indícios partem do cruzamento entre passageiros que acessaram o terminal de aviação executiva de Brasília em 2025 e registros de deslocamento da equipe de apoio ao ministro.

Em 27 de fevereiro, Toffoli chegou ao terminal às 9h40. Uma aeronave da empresa de Luiz Osvaldo Pastore decolou às 10h25 com destino a Ourinhos (SP), cidade mais próxima de Ribeirão Claro.

Na véspera, três servidores do TRT-2 foram enviados a Ourinhos e Ribeirão Claro para prestar apoio em segurança e transporte para autoridade do STF.

Toffoli também utilizou aviões de Paulo Humberto Barbosa, que comprou a participação dele no Tayayá, e de Luiz Osvaldo Pastore, que o levou a Lima, no Peru, para a final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras, em novembro.

Procurado pelo Estadão, o ministro não se manifestou sobre as viagens.

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