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Messias, indicado ao STF, defende harmonia entre poderes e cita fé em carta

Indicado ao STF, Messias defende harmonia entre Poderes e fé como guia, enquanto amplia articulações por apoio no Senado

O advogado-geral da União, Jorge Messias. Foto: Emanuelle Sena/AscomAGU
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  • Jorge Messias enviou ao Senado uma carta com suas credenciais, defesa da harmonia entre os Poderes e menção à fé evangélica.
  • O documento acompanha a mensagem presidencial publicada pelo Planalto, reforçando requisitos constitucionais como notório saber jurídico e reputação ilibada.
  • Ele afirma compromisso com independência, imparcialidade e respeito à separação dos Poderes, visando exercer a jurisdição constitucional com fidelidade à Constituição.
  • Messias cita trajetória no Executivo, defesa do Estado e da segurança jurídica, e destaca a busca por diálogo institucional para ampliar apoio no Congresso.
  • A análise no Senado será conduzida pela Comissão de Constituição e Justiça, com sabatina e votação no plenário, sob relatoria de Weverton Rocha, com calendário ainda indefinido.

Jorge Messias, advogado-geral da União, enviou ao Senado uma carta junto à sua indicação ao STF. O documento apresenta credenciais, defende harmonia entre os Poderes e evidencia valores pessoais, incluindo a origem evangélica do indicado. A formalização ocorreu com a comunicação enviada pelo Palácio do Planalto.

Na carta, Messias afirma cumprir os requisitos constitucionais de notório saber jurídico e reputação ilibada. Ele ressalta a natureza institucional do cargo e a necessidade de equilíbrio entre Executivo, Legislativo e Judiciário, além de destacar o compromisso com a independência e a separação dos Poderes.

O texto também descreve trajetória profissional, com atuação à frente da Advocacia-Geral da União e em pastas do Executivo, sempre com foco na defesa do Estado, da segurança jurídica e do diálogo entre instituições. O candidato cita ainda fé, família, ética e justiça como balizadores de sua conduta.

A iniciativa busca ampliar apoio no Senado, onde a sabatina deverá ocorrer na CCJ e culminar em votação no plenário. Ainda não há data definida, pois o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, não definiu o cronograma de pautas.

Lula anunciou a indicação em novembro do ano passado. O envio ao Congresso foi adiado por meses, com sucessivas articulações do indicado junto a senadores para obter apoio.

A comissão ficará sob a condução de Otto Alencar, que manteve Weverton Rocha como relator da sabatina. Rocha participou de uma operação da Polícia Federal envolvendo suspeitas de irregularidades no INSS, mas indicou que apresentará parecer favorável ao nome de Messias.

No cenário atual, a atuação do relator e o ritmo do processo dependem da agenda do Senado. A expectativa é a de que a tramitação siga de forma técnica, sem alterações no compromisso com a admissibilidade do nome para o STF.

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