Em Alta NotíciasFutebolBrasileconomia_POLÍTICA_

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Grupos de direitos civis processam governo Trump por limitar voto pelo correio

Coalizão de grupos de direitos civis processa a Administração Trump por ordem de limitar voto pelo correio, argumentando violação constitucional e risco de impedimento de eleitores

A person drops off a mail-in ballot on 15 October 2024 in Doylestown, Pennsylvania.
0:00
Carregando...
0:00
  • Uma coalizão de grupos de direitos civis processou a administração Trump, contestando uma nova ordem executiva para limitar o voto por correspondência.
  • A ordem assinada na terça-feira ordena criar uma lista de cidadãos elegíveis por estado e determina que o Serviço Postal dos EUA envie cédulas apenas aos que constarem nessa lista.
  • A ação foi apresentada no tribunal federal de Massachusetts, alegando que a ordem viola a Constituição ao exigir controle federal sobre o processo eleitoral.
  • Os autores afirmam que a ordem viola a separação de poderes, a Lei de Direitos de Voto e a Lei de Privacidade, além de restringir tratamento neutro de correspondência.
  • Entre os acionistas estão a Liga das Mulheres Votantes (em nível nacional e de Massachusetts), grupos que defendem eleitores no exterior e organizações como ACLU, NAACP Legal Defense and Education Fund e Brennan Center.

A coalizão de grupos de direitos civis entrou com ação contra a administração de Donald Trump nesta quinta-feira, alegando que uma ordem executiva para limitar o voto por correspondência é inconstitucional. A ação foi apresentada em uma corte federal em Massachusetts.

A ordem, assinada pelo presidente na terça, orienta o governo federal a criar uma lista de eleitores elegíveis em cada estado e determina que o Serviço Postal dos Estados Unidos envie cédulas apenas aos integrantes dessa relação. O objetivo é frear a votação por correspondência.

O processo sustenta que a medida funciona como um filtro federal entre o eleitor e a urna, ao permitir que um carteiro federal retenha cédulas. A ação cita a proibição constitucional de concentrar poderes entre as mãos do Executivo para alterar regras eleitorais.

A ação também aponta violação à Separation of Powers prevista na Constituição, além de leis que exigem tratamento neutro do correio e proteções da Voting Rights Act ante a intimidação de eleitores. Questiona ainda restrições impostas pela Privacy Act de 1974 sobre a coleta de informações.

Os autores do processo destacam que o objetivo é impedir mudanças unilaterais nas regras federais de eleição, ressaltando o papel das Constituições estaduais na estrutura eleitoral. O grupo afirma que a ordem ameaça processos eleitorais majoritariamente administrados por estados.

Entre as organizações envolvidas na ação estão as filiações nacionais e de Massachusetts da League of Women Voters, além de grupos que representam americanos no exterior. A OCA – Asian Pacific American Advocates, a Delta Sigma Theta e outras entidades integram o conjunto de demandantes.

A ação é representada por acoes de defesa de direitos civis, incluindo a ACLU, a NAACP Legal Defense and Education Fund, o Brennan Center for Justice e a AAJC. O objetivo é que o tribunal determine a ilegalidade da ordem e determine sua suspensão.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais