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PF realiza nova operação para apurar vazamento de dados de ministros do STF

Polícia Federal deflagra nova fase da Operação Exfil para apurar vazamento de dados fiscais de ministros do STF e familiares; prisão preventiva e buscas são cumpridas no Rio e em São Paulo

Foto: Antonio Augusto/STF
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  • Polícia Federal deflagrou nova fase da Operação Exfil para investigar vazamento de dados fiscais de ministros do STF e de familiares, com prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São Paulo.
  • Os mandados foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal e a apuração está no âmbito do Inquérito das Fake News, aberto em janeiro pelo ministro Alexandre de Moraes.
  • A primeira fase, em fevereiro, apurou o repasse de informações sigilosas e a participação de quatro servidores: Luiz Antônio Martins Nunes, Luciano Pery Santos Nascimento, Ruth Machado dos Santos e Ricardo Mansano de Moraes.
  • A Receita Federal identificou desvio no acesso a dados protegidos por sigilo de ministros do STF e familiares após auditoria; Moraes limitou o acesso a dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
  • Novas informações indicam que agentes da Receita teriam usado Relatórios de Inteligência Financeira para instaurar apurações informais e praticar constrangimento e extorsão, em meio ao vazamento de contrato entre o escritório da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, e o Banco Master, no valor de 129 milhões de reais, encerrado em novembro após liquidação do banco.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1), uma nova fase da Operação Exfil para apurar o vazamento de dados fiscais de ministros do STF e de familiares. A ação ocorreu no Rio de Janeiro e em São Paulo, sob cumprimento de mandados expedidos pelo próprio STF. A iniciativa faz parte do Inquérito das Fake News, autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes.

Foi cumprido um mandado de prisão preventiva e seis de busca e apreensão. A PF busca esclarecer como informações sigilosas foram obtidas ilegalmente e repassadas para obtenção de vantagens. A investigação envolve também quatro servidores que teriam participação nos vazamentos.

Desdobramentos da investigação

A primeira fase, deflagrada em fevereiro, visou apurar o repasse de dados fiscais sigilosos para benefício próprio. Na ocasião, Moraes determinou medidas cautelares contra envolvidos e pediu o monitoramento por tornozeleira, além de restrições de viagem, cancelamento de passaportes e afastamento de funções públicas.

A Receita Federal informou ter identificado desvio no acesso a dados protegidos após auditoria. O ministro também limitou, recentemente, o acesso a dados do Coaf, citando necessidade de restringir informações sensíveis.

A investigação teve início após o vazamento de dados de um contrato entre o escritório da esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e o Banco Master, no valor de 129 milhões de reais. O acordo foi encerrado em novembro do ano passado, quando a instituição foi liquidada pelo Banco Central.

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