Em Alta NotíciasFutebolBrasileconomia_POLÍTICA_

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PF prende ex-servidor do STJ suspeito de integrar esquema de venda de sentenças

PF prende ex-servidor do STJ suspeito de integrar esquema de venda de sentenças; prisão preventiva autorizada por Cristiano Zanin, desdobramento da Sisamnes

Ex-servidor do STJ também foi alvo de busca e apreensão. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo)
0:00
Carregando...
0:00
  • PF prendeu nesta terça-feira um ex-servidor do STJ suspeito de integrar esquema de venda de sentenças.
  • A prisão preventiva foi autorizada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF, e é desdobramento da Operação Sisamnes.
  • A ação incluiu mandado de busca e apreensão, e a PF pediu a prisão preventiva por obstrução das investigações.
  • O ex-servidor atuava como técnico judiciário e foi demitido em agosto do ano passado por ilegalidades no exercício do cargo público.
  • Segundo a investigação, advogados, lobistas e servidores de gabinetes teriam negociado decisões dentro do STJ; o caso começou a ser investigado em 2024.

A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira (31) um ex-servidor do Superior Tribunal de Justiça suspeito de integrar um esquema de venda de sentenças. A ação é um desdobramento da Operação Sisamnes e teve cumprimento de mandado de busca e apreensão.

A prisão preventiva foi autorizada pelo ministro do STF Cristiano Zanin. A PF informou que a detenção busca evitar obstrução das investigações.

O ex-servidor atuava como técnico judiciário e foi demitido em agosto do ano passado por irregularidades no exercício do cargo público. Até o momento, nenhum ministro do STJ é investigado.

Contexto

Segundo as investigações, advogados e lobistas teriam atuado com o auxílio de servidores dos gabinetes para negociar decisões judiciais no STJ. O caso passou a ser investigado em 2024.

Até agora, não houve confirmação de participação de outros integrantes no esquema. A corporação não divulgou novos passos do inquérito.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais