- O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro anulou a multa de R$ 16 milhões aplicada a Neymar por supostos danos ambientais em Mangaratiba durante a construção de um lago artificial.
- A acusação afirmava que o jogador causou poluição ao despejar resíduos de construção em duas baías, com a infração lavrada em julho de 2023 com base em fotos e vídeos de uma denúncia anônima de outubro de 2019.
- A decisão considerou falhas na investigação e determinou que a multa fosse declarada nula e sem efeito.
- A defesa apresentou laudo técnico atestando que a qualidade da água, na data do suposto despejo, estava dentro dos limites permitidos.
- A multa estava suspensa desde 2024; Neymar retornou ao Brasil em 2025 para atuar pelo Santos, enfrentando lesões que afetam suas perspectivas para a Copa do Mundo de 2026.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro anulou a multa de 16 milhões de reais recebida pelo jogador Neymar por supostos danos ambientais em Mangaratiba. A decisão declara a pena nula e sem efeito, devido falhas na investigação. A acusação envolvia despejo de resíduos de construção em águas da região.
A sanção foi aplicada pela prefeitura de Mangaratiba em julho de 2023, após Neymar ser acusado de poluir duas baías durante a construção de um lago artificial na mansão do jogador. A defesa apresentou laudo técnico que atesta que a qualidade da água estava dentro dos limites permitidos.
A decisão judicial foi obtida pela AFP nesta terça-feira (31). Segundo o juiz, a lavratura do auto baseou-se apenas em fotografias e vídeos recebidos de forma anônima, sem verificação adequada das informações. A defesa também apontou motivações de exposição midiática do caso.
Contexto do processo
A multa havia ficado suspensa desde 2024. Neymar retornou ao Brasil em 2025 para atuar pelo Santos, com frequência de lesões que limitaram seu desempenho. O jogador busca recuperar o ritmo com o clube, enquanto o tema permanece sob avaliação judicial.
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