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Alvos da segunda fase da Compliance Zero sabiam de mandados há meses, aponta PF

PF aponta que alvos da segunda fase da Compliance Zero teriam tomado precauções antecipadas, esvaziando imóveis e retirando equipamentos meses antes dos mandados

Agentes federais encontraram locais desarrumados como se pessoas saíram às pressas levando objetos que seriam apreendidos. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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  • A PF apontou indícios de que todos os alvos da segunda fase da operação Compliance Zero, deflagrada em janeiro, tinham conhecimento prévio dos mandados e se prepararam com meses de antecedência.
  • Imóveis foram esvaziados e equipamentos eletrônicos retirados antes da chegada dos agentes, com relatos de casas reviradas e saída recente de moradores.
  • Ao todo, foram cumpridos 42 mandados em cinco estados, com bloqueio de bens que somaram mais de R$ 5,7 bilhões, relacionados a crimes como organização criminosa e gestão fraudulenta.
  • Em diferentes endereços, houve indícios de saída apressada dos investigados; no Leblon, no Rio, o imóvel ligado ao investidor Nelson Tanure ficou praticamente vazio.
  • Advogados de Vorcaro e Tanure contestaram as informações, negando resistência ou apresentando argumentos sobre presenças anteriores de advogados e mudanças de endereço.

A Polícia Federal avança na apuração da segunda fase da operação Compliance Zero, deflagrada em janeiro, ligada à fraude financeira do Banco Master. Indícios apontam que todos os alvos sabiam dos mandados com antecedência e se prepararam para a ação.

Segundo documentos obtidos pelo UOL e confirmados pela Gazeta do Povo, houve esvaziamento de imóveis e retirada de equipamentos eletrônicos antes da chegada dos agentes. Em alguns locais, houve resistência na entrada e descrições de guarda alta.

Relatos apontam imóveis revirados, camas desarrumadas e ausência de telefones, notebooks e computadores. A operação totalizou 42 mandados em cinco estados, com bloqueio de bens que passa de 5,7 bilhões de reais.

Desdobramentos e desfechos iniciais

Fraudes investigadas incluem organização criminosa, gestão fraudulenta, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro. A terceira fase ocorreu no início de março, após a coleta de novos elementos.

A defesa de Daniel Vorcaro contesta parte das informações, negando resistência e afirmando que houve atuação agressiva na chegada dos policiais. Já a defesa de Nelson Tanure diz que o empresário se mudou há pouco tempo e não teve relação societária com o Banco Master.

A Gazeta do Povo e o UOL buscam esclarecer, junto às defesas, os detalhes sobre a presença de um advogado no local e as circunstâncias de entradas nas residências, bem como a relação entre os investigados e a instituição financeira.

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