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Prisão de Rodrigo Bacellar é mantida após audiência de custódia

Prisão de Rodrigo Bacellar permanece após audiência de custódia; ex-presidente da Alerj segue em Bangu, ligado à Operação Unha e Carne

Rodrigo Bacellar (União)
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  • Audiência de custódia ocorreu às 11h30 e a prisão de Rodrigo Bacellar foi mantida pela Justiça.
  • Ele está custodiado no presídio Pedrolino Werling de Oliveira, conhecido como Bangu VIII, no Complexo de Gericinó.
  • Bacellar foi detido pela Polícia Federal ontem, em Teresópolis, na terceira fase da Operação Unha e Carne.
  • A defesa classifica a prisão como indevida e desnecessária, afirmando que Bacellar cumpria fiel e completamente as medidas cautelares.
  • Na terça-feira, 24, Bacellar teve cassação decidida pelo Tribunal Superior Eleitoral no caso Ceperj, relacionado a contratações de cabos eleitorais em 2022.

O ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar (União-RJ) teve a prisão mantida após audiência de custódia realizada em 11h30, no Rio de Janeiro. A decisão foi de manter a detenção, segundo a Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) do estado.

Bacellar permanece custodiado no presídio Pedrolino Werling de Oliveira, o Bangu VIII, localizado no Complexo de Gericinó, em Bangu. O político foi detido pela Polícia Federal na região serrana.

A prisão ocorreu na data de ontem, durante a terceira fase da Operação Unha e Carne, conforme apurado pela PF. A suspeita envolve o vazamento de informações sobre operações sigilosas vinculadas a organizações criminosas.

Defesa afirma que não houve justificativa para a prisão. Os advogados Daniel Bialski e Roberto Podval classificaram a detenção como indevida e afirmaram que Bacellar cumpria todas as medidas cautelares impostas.

Contexto do caso

Na terça-feira, 24, Bacellar teve cassado seu mandato pelo TSE, em julgamento relacionado ao esquema Ceperj, revelado pelo UOL. A apuração aponta contratação de mais de 27 mil funcionários públicos em 2022 para atuação como cabos eleitorais para Cláudio Castro e aliados.

Relator provisório da ADPF das Favelas, Alexandre de Moraes avaliou que Bacellar poderia ser alvo de prisão pela Justiça Eleitoral ao perder o mandato. No ano anterior, o ministro havia liberado Bacellar para a liberdade provisória após decisão da Alerj.

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