- Matvei Rumiantsev, 23 anos, foi condenado a quatro anos de prisão por agressão que causou ferimentos reais e por deturpar o curso da justiça, em Londres.
- O ataque aconteceu em janeiro de 2025 e foi testemunhado por Barron Trump, filho mais novo do presidente dos Estados Unidos, via ligação de FaceTime.
- O homem russo, descrito como “treinado em combate”, atacou a mulher após ficar com ciúmes da amizade dela com Barron, que conheceu pela redes sociais.
- O veredicto manteve Rumiantsev culpado apenas de agressão com danos corporais e deturpação do curso da justiça; ele foi julgado não culpado de estupro e asfixia intencional, bem como de outro estupro/agressor em novembro de 2024.
- Durante o julgamento, Trump ajudou a acionar a polícia e descreveu a ligação, enquanto o juiz elogiou a atuação do presidente ao acionar os serviços de emergência.
Matvei Rumiantsev, de 23 anos, foi condenado a quatro anos de prisão por agressão que aconteceu em Londres. O crime foi visto por meio de uma chamada de FaceTime pelo filho do presidente dos EUA, Barron Trump, que tinha conhecido a vítima pelas redes sociais.
Rumiantsev, descrito como fighter treinado, atacou a mulher após desenvolver ciúmes da amizade dela com Trump, de 19 anos. O ataque ocorreu em janeiro de 2025, na capital britânica, segundo o tribunal de Snaresbrook Crown Court.
Detalhes do caso
O tribunal ouviu que Barron Trump avisou a polícia ao ver a agressão durante a ligação com a amiga. Trump relatou o que presenciou em uma chamada de emergência compartilhada com as autoridades do Reino Unido.
O juiz Sir Bennathan (Mr Justice Bennathan) declarou que o réu demonstrou ciúmes e temperamento, e que não houve reconhecimento de culpa. Rumiantsev foi considerado total mente irredento durante o julgamento.
A condenação inclui agressão que causou ferimentos reais e perjúrio ao tentar obstruir a justiça. O réu também foi considerado culpado pela carta enviada de prisão para tentar convencer a vítima a desistir das acusações.
Desdobramentos processuais
O julgamento revelou que o ataque se estendeu por cerca de uma hora, com várias agressões físicas, incluindo puxões de cabelo. A vítima relatou sentir humilhação, medo e vergonha após o ocorrido.
Barron Trump foi considerado testemunha-chave, descrevendo ao menos parte da situação para as autoridades norte-americanas. O tribunal destacou que o jovem agiu com responsabilidade ao acionar os serviços de emergência.
Situação da vítima e contexto
A vítima informou que se afastou do cotidiano após o ataque, vivendo com terror e incerteza sobre a eventual libertação do agressor. O caso também envolveu acusações de estupro retiradas no decorrer do julgamento.
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