- Um juiz federal de Louisville cancelou as acusações contra dois ex-policiais acusados de falsificar o mandado usado para entrar no apartamento de Breonna Taylor na noite do tiroteio.
- Joshua Jaynes e Kyle Meany tinham sido alvo de diferentes acusações, incluindo falsificação de registros e obstrução, além de declarações judiciais falsas.
- O juiz Charles Simpson decidiu pelo arquivamento após a Procuradoria ter pedido, ressaltando que o tribunal já havia retirado algumas acusações anteriores contra os dois.
- A decisão ocorre após a procuradoria, na época da administração Trump, ter solicitado o arquivamento “no interesse da justiça”; Merrick Garland, ex-procurador-geral, havia anunciado acusações em 2022.
- Jaynes foi demitido em 2021 por mentir sobre o mandado, e Meany foi demitido em 2022; o mandado questionava informações sobre pacotes de um ex-namorado de Taylor que supostamente chegariam à residência.
O juiz federal Charles Simpson determinou a rejeição das acusações contra dois ex-políciais de Louisville acusados de falsificar o mandado usado para entrar no apartamento de Breonna Taylor na noite em que ela foi morta pela polícia. Jaynes e Meany estavam sob acusação de falsificação de registros, conluio e, no caso de Jaynes, violação de direitos civis, além de Meany ter enfrentado acusação por mentir a investigadores federais.
A decisão ocorreu após os promotores federais, já sob a gestão do governo Trump, apresentarem pedido de arquivamento das acusações “em nome da justiça”. Eles ressaltaram que o tribunal já havia retirado parte das acusações de Jaynes e Meany em ações anteriores. Merrick Garland, então procurador-geral, anunciou as acusações em 2022 em uma coletiva em Louisville, destacando que os oficiais no local teriam ignorado declarações falsas contidas no mandado.
O mandado usado para entry afirmava que Taylor recebia pacotes para um ex-namorado suspeito de tráfico de drogas, com Jaynes afirmando ter confirmado isso com o serviço postal. Investigações posteriores mostraram que essa confirmação não havia sido feita com o Inspetor Postal. Meany, então sargento, assinou o mandado e posteriormente foi afastado. Jaynes foi demitido pela polícia de Louisville em 2021 por alegações de mentir sobre o mandado, enquanto Meany foi afastado após ser acusado em 2022.
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