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Tribunal impõe pena vitalícia a homem que matou namorada grávida

Justiça britânica impõe prisão perpétua vitalícia a homem que matou mulher grávida, substituindo sentença de quarenta e dois anos considerada branda

Shaine March appealed the original 42-year sentence for being ‘manifestly excessive’.
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  • Shaine March matou Alana Odysseos, que estava no início da gravidez, em sua casa em Walthamstow, leste de Londres, no mês de julho; ela morreu com 23 ferimentos de faca.
  • March já tinha ficado livre sob condicional de prisão em 2013 após ter assassinado um adolescente em 2000.
  • A pena original foi de prisão perpétua com um termo mínimo de 42 anos; o Procurador-Geral encaminhou a apelação pedindo uma ordem de prisão perpétua vitalícia.
  • A Corte de Apelação decidiu que a pena de quarenta e dois anos foi “demasiadamente branda” e substituiu pela ordem de prisão perpétua vitalícia, ou seja, ele nunca será liberado.
  • March pediu desculpas por meio de videoconferência a familiares de Odysseos; o tribunal manteve que o crime envolveu violência prolongada e desproporcional.

Shaine March, após ser liberado sob liberdade condicional, assassinou sua namorada grávida, Alana Odysseos, em Walthamstow, leste de Londres, em julho do ano passado. Odysseos, 32 anos, estava no início da gravidez do terceiro filho quando foi morta com dezenas de ferimentos de faca no local.

March já havia cumprido condenação por matar um adolescente, Andre Drummond, em 2000, e recebeu liberdade condicional em 2013. Em outubro, foi condenado a prisão perpétua com regime mínimo de 42 anos, decisão questionada pela Procuradoria Geral.

Mudança de tema: decisão da Corte de Apelação

A Corte de Apelação, em decisão unânime, substituiu o regime mínimo pela execução de prisão perpétua sem possibilidade de liberação, afirmando que a pena original era demasiado branda. Os magistrados destacaram um conjunto de agravantes no caso.

Durante a audiência, o solicitor general argumentou que houve discussão entre March e Odysseos sobre a gravidez. Em momentos próximos ao ataque, Odysseos foi ouvida afirmando que não queria ferir o bebê.

March, que participou da audiência por videoconferência, pediu desculpas aos familiares de Odysseos. A defesa contestou a extensão da pena, alegando que a sentença anterior não reconhecia suficientemente a gravidade do crime.

A decisão da Corte de Apelação redefine o entendimento sobre penas de crimes graves e estabelece que, neste caso, a punição máxima é compatível com a gravidade da violência.

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