- O ministro Alexandre de Moraes, do STF, cobrou explicações do Exército sobre uma visita não autorizada de um general da reserva a Braga Netto na prisão.
- Braga Netto cumpre pena na 1ª Divisão do Exército, no Rio, após condenação de 26 anos de prisão por envolvimento na trama golpista.
- Relatório aponta que, entre 7 e 14 de março, houve um encontro não autorizado e visitas na sexta e no sábado.
- No dia 9 de março, o general de brigada da reserva Sérgio Borges Medeiros da Silva visitou Braga Netto sem autorização; as visitas devem ocorrer apenas às terças, quintas e domingos.
- Também houve assistência religiosa a Braga Netto sem autorização judicial; Moraes pediu explicações sobre as inconsistências identificadas.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, cobrou explicações do Exército sobre a visita não autorizada de um general da reserva ao ex-ministro Braga Netto na prisão. Braga Netto cumpre pena na 1ª Divisão do Exército, no Rio de Janeiro, condenado a 26 anos em razão de envolvimento em golpe.
Entre 7 e 14 de março, o relatório aponta uma visita não autorizada e encontros em datas não permitidas. As visitas dessa semana constaram, além de familiares, apenas esse encontro irregular.
No dia 9 de março ocorreu a visita do general de brigada da reserva Sérgio Borges Medeiros da Silva, sem autorização para visitar Braga Netto. Regras da unidade determinam visitas apenas às terças, quintas e domingos.
Detalhes da visita
As regras da 1ª Divisão do Exército preveem que visitas a presos sejam permitidas apenas em dias específicos. O período analisado incluiu outras visitas de parentes, sem registro de autorização.
Posição institucional
Moraes afirmou que houve assistência religiosa a Braga Netto sem autorização judicial. O ministro solicitou ao Exército explicações sobre as supostas inconsistências identificadas.
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