- Richard Kahn, contador de Epstein, e Darren Indyke, advogado dele, afirmaram que autoridades federais nunca os interrogaram sobre os crimes de Epstein ou sobre o trabalho que faziam com ele, segundo depoimentos em vídeo divulgados pelo comitê de fiscalização da Câmara dos Representantes.
- Ambos disseram que não testemunharam nem participaram de qualquer irregularidade relacionada a Epstein, que morreu em 2019 após ser acusado de tráfico sexual de menores.
- Kahn disse que nunca foi questionado por qualquer autoridade; Indyke afirmou não acreditar ter sido interrogado por nenhuma agência de aplicação da lei.
- Os dois disseram ter se arrependido de trabalhar com Epstein; Indyke descreveu seu papel como “transacional” e não pessoal.
- O Departamento de Justiça divulgou cerca de 3 milhões de documentos de Epstein, com grande parte redigida, e afirmou ter feito uma revisão exaustiva; não houve acusações criminais against associates, segundo autoridades.
Richard Kahn, contador de Jeffrey Epstein, e Darren Indyke, advogado do finaciador, afirmaram que não foram entrevistados por autoridades federais sobre os crimes de Epstein e sobre o trabalho realizado para ele. Os depoimentos foram divulgados pelo comitê de fiscalização da Câmara dos Representantes.
Nos vídeos de depoimento, gravados a portas fechadas, os dois disseram não ter testemunhado ou participado de irregularidades ligadas a Epstein, que morreu em 2019 após ser acusado de tráfico de menores. As declarações ressaltam lacunas na atuação do Departamento de Justiça.
Kahn afirmou ter nunca sido interrogado por autoridades governamentais. Indyke disse achar improvável ter sido questionado por alguma agência sobre Epstein ou Ghislaine Maxwell, parceira do caso.
Ambos mencionaram arrependimento por trabalharem com Epstein. Indyke disse ter mantido o cargo durante a crise financeira, enquanto Epstein respondia por acusações de abuso. O papel dele foi descrito como meramente transacional.
Kahn explicou que, ao permanecer na função, houve uma pressão financeira pela família, levando a uma decisão errada. Ele disse ter aprendido mais tarde sobre a continuidade dos abusos.
Os depoimentos ressaltam que, mesmo após o acordo de 2008, houve críticas sobre como a Justiça lidou com Epstein e cúmplices, incluindo a falta de responsabilização pública de associados.
O Departamento de Justiça divulgou cerca de 3 milhões de documentos sobre Epstein, com grande parte com redações, e tem mantido quase o mesmo volume indisponível. O FBI informou que realizou uma revisão exaustiva.
Em meio ao tema, o governo federal enfrenta críticas pela liberação parcial de materiais, apesar de leis congressionais exigirem a divulgação total. Autoridades reiteram que a revisão foi completa.
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