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PF investiga vereador Greg Duarte por suspeita de assessores fantasmas em Angra

Operação da Polícia Federal investiga uso de cargos públicos para obter apoio político em Angra dos Reis; cinco mandados de busca atingem gabinete e endereços ligados aos investigados

Vereador de Angra dos Reis (RJ) Greg Duarte (PL) é um dos alvos da operação
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  • A Polícia Federal deflagrou operação em Angra dos Reis para investigar supostos assessores fantasmas na Câmara Municipal, envolvendo o vereador Greg Duarte (PL).
  • Há indícios de uso de cargos públicos para obtenção de apoio político, com apuração de omissão de despesas e irregularidades na destinação de recursos de campanhas.
  • Uma assessora parlamentar de Duarte cursa medicina presencialmente em Juiz de Fora (Minas Gerais) e atua como cirurgiã-dentista na cidade, o que seria incompatível com o cargo em Angra.
  • A operação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro e em Juiz de Fora, autorizados pela Justiça Eleitoral, em gabinetes e endereços ligados aos investigados.
  • A PF aponta indícios de declarações ideologicamente falsas nas prestações de contas eleitorais, sugerindo omissão de despesas e informações divergentes sobre serviços contratados e destinação de recursos durante a campanha.

O vereador Greg Duarte, do PL, é alvo de uma operação da Polícia Federal que investiga a prática de assessores fantasmas na Câmara Municipal de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro. A investigação também apura indícios de uso de cargos públicos para obtenção de apoio político.

Segundo a PF, há indícios de omissão de despesas e irregularidades na destinação de recursos durante campanhas eleitorais. As diligências envolvem Gabinete de Duarte e endereços ligados aos investigados, como casas e um escritório de advocacia.

Oito mandados foram cumpridos em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro e em Juiz de Fora, Minas Gerais. As buscas ocorrem em gabinete parlamentar e em endereços vinculados aos investigados, com autorização da Justiça Eleitoral.

A apuração aponta possível compatibilidade entre nomeação de assessores sem efetivo exercício e a obtenção de apoio político e financeiro. A PF analisa a possibilidade de desvios de recursos destinados à campanha.

Diligências e próximos passos

As diligências visam esclarecer uso do aparato público para práticas criminosas e distorções nas prestações de contas eleitorais. Em nota, a PF informou que a investigação busca esclarecer a relação entre cargos públicos e financiamento de campanhas.

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