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Justiça do Rio inicia julgamento de argentina por racismo contra baristas

Julgamento da argentina Agostina Páez começa no Rio, acusada de insulto racial contra funcionários de bar; pena pode chegar a quinze anos

Foto: Reprodução redes sociais
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  • Começa nesta terça-feira, 24, o julgamento da argentina Agostina Páez, acusada de insultos raciais contra funcionários de um bar no Rio, em segredo de justiça.
  • A sessão ocorre às 15h45 na 37ª Vara Criminal da Comarca da Capital, presidida pelo juiz Guilherme Schilling Pollo Duarte.
  • Agostina está em prisão domiciliar por três acusações de insulto racial; a pena máxima pode chegar a 15 anos de prisão sem possibilidade de liberdade condicional.
  • O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após desentendimento com um garçom em um bar no bairro de Ipanema, relacionado a uma conta.
  • Em 11 de março, a acusada publicou vídeo pedindo desculpas públicas, reconhecendo que a reação foi grave; a defesa questiona a manutenção da prisão cautelar.

O julgamento da argentina Agostina Páez teve início nesta terça-feira, 24, na 37ª Vara Criminal da Comarca da Capital, no Rio de Janeiro. Ela é acusada de insultos raciais dirigidos a funcionários de um bar em Ipanema, após um desentendimento envolvendo a cobrança de uma conta. O caso tramita em segredo de Justiça.

A sessão, presidida pelo juiz Guilherme Schilling Pollo Duarte, ocorre no complexo judiciário da capital fluminense. Agostina Páez está atualmente em prisão domiciliar, sob acusação de três crimes de insulto racial. A pena máxima prevista, em caso de condenação, pode chegar a 15 anos de prisão sem possibilidade de indenização de liberdade condicional.

O episódio ocorreu em 14 de janeiro, durante as férias da turista no Rio de Janeiro, e envolve um confronto com um garçom do bar no bairro de Ipanema. Em 11 de março, Páez publicou vídeo em redes sociais pedindo desculpas públicas, reconhecendo que houve reação grave e que o racismo, para ela, decorreu de ignorância, levando-a a repensar atitudes.

A defesa questiona a manutenção da prisão cautelar por tempo indeterminado e argumenta que isso fere os princípios de proporcionalidade e da condução do processo penal. A peça aponta que não há antecedentes de Agostina e que ela está disposta a responder ao processo em liberdade, dentro dos parâmetros legais.

Situação processual

A defesa ressalta a necessidade de manter o devido processo sem antecipação de pena. O grupo jurídico destaca que a prisão preventiva não pode ser a regra e que a brasileira com identificação clara deve ter oportunidade de defesa em liberdade, conforme a Constituição. O andamento do caso seguirá com a análise técnica do juízo.

A reportagem não cita novos interrogatórios ou diligências já marcadas. As informações sobre a continuidade do julgamento devem ser confirmadas pela Justiça do Rio de Janeiro conforme o andamento processual. A cobertura segue com atualizações oficiais à medida que houver novas informações.

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