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Júri decide que a Meta enganou usuários sobre a segurança de seus produtos

Júri no Novo México condena Meta a 375 milhões de dólares por enganar usuários sobre a segurança de seus produtos e prática comercial injusta

An image of Mark Zuckerberg in front of a swirling background.
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  • O Novo México conquistou um veredito histórico de 375 milhões de dólares contra a Meta, o primeiro de várias ações nacionais.
  • O júri concluiu que a Meta violou voluntariamente a lei estadual ao enganar usuários sobre a segurança de seus produtos e praticar conduta comercial inconsciente, com 37.500 violações em duas acusações, resultando em 5.000 dólares por violação.
  • A sentença total foi de 375 milhões de dólares, mas o estado não obteve a pena próxima dos dois bilhões que buscava.
  • O caso envolveu contas falsas criadas para atrair supostos predadores, com alegações de facilitar exploração de menores; a Meta nega as acusações.
  • Outros processos sobre segurança de produtos envolvendo a Meta devem seguir, incluindo uma ação em Los Angeles contra o YouTube (Google); autoridades buscam mudanças adicionais nas plataformas.

Meta enfrenta multa histórica no Novo México após veredito de 375 milhões de dólares

Um júri no Novo México decidiu que a Meta violou a lei estadual ao induzir usuários a acreditar na segurança de seus produtos e ao manter prática comercial unconscionable. A penalidade soma 375 milhões, correspondente a 37.500 violações em duas acusações com máximo de 5 mil por infração.

Segundo o governo local, a empresa facilitou a exploração de menores na plataforma ao permitir que contas iscas, simuladas como perfis de crianças, atraíssem predadores. O estado afirma que houve grande quantidade de solicitações de adultos a esses perfis.

A Meta nega as acusações e afirma que a investigação é falha, mantendo que informa com clareza a segurança de seus produtos. A decisão ocorreu pouco depois dos debates finais, com o veredicto apontando para uma estratégia jurídica que foca no design da plataforma.

Veredicto e próximos passos

O procurador-geral Raúl Torrez celebra o resultado e afirma que o estado buscará novas penalidades e mudanças obrigatórias nas plataformas da Meta para proteger crianças. A empresa informou que irá recorrer da decisão.

A Meta informou que continua comprometida com a segurança dos usuários e que trabalha para identificar e remover conteúdos prejudiciais. A defesa ressalta a necessidade de manter um equilíbrio entre plataforma aberta e proteção infantil.

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