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Polícia de Hong Kong pode exigir senhas de celulares e computadores com nova lei

Polícia de Hong Kong pode exigir senhas de celulares ou computadores de suspeitos de violar a lei de segurança; recusa pode levar até um ano de prisão e multa, informações falsas, até três anos

Hong Kong police can now demand that people suspected of breaching the city’s national security law provide any password or decryption method for electronic devices.
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  • A polícia de Hong Kong agora pode exigir senhas de telefones ou computadores de pessoas suspeitas de violar a lei de segurança nacional.
  • Além disso, a alfândega pode apreender itens considerados com “intenção sediciosa”, independentemente de alguém ter sido preso.
  • Recusar-se a fornecer senhas pode gerar até um ano de prisão e multa de até HK$ 100 mil; fornecer informações falsas pode resultar em até três anos de prisão e multa de até HK$ 500 mil.
  • As Emendas foram publicadas na gazeta oficial, com autoridades afirmando que a medida contorna a legislatura; os legisladores receberão um briefing.
  • O contexto é a lei de segurança nacional de 2020, que prevê penas altas para subversão e cooperação com forças estrangeiras; críticos dizem que as novas regras afetam liberdades.

O governo de Hong Kong aprovou emendas à lei de segurança nacional que permitem à polícia exigir senhas de telefones e computadores de pessoas sob investigação por violar a lei. As alterações foram gazetteadas nesta segunda-feira.

As novas regras também dão poder à alfândega para apreender itens considerados com “intenção sediciosa”, mesmo sem prisão prévia. A medida amplia o alcance de ações contra supostos delitos de segurança nacional.

Recusar a entregar senhas pode resultar em até um ano de prisão e multa de até HK$ 100.000; fornecer informações falsas pode levar a até três anos de detenção e multa de até HK$ 500.000. As punições são severas.

As mudanças permitem que a polícia exija qualquer senha ou método de descriptografia de dispositivos eletrônicos e qualquer informação considerada necessária durante investigações. A autoridade pode atuar sem autorização judicial.

A imprensa local informou que o governo apresentou as alterações ao Legislativo, mas fez uso de poderes para bypass. O anúncio oficial destacou que as regras não afetam o funcionamento de instituições e a vida cotidiana.

Até o momento, segundo o Security Bureau, 386 pessoas foram presas por crimes de segurança nacional, com 176 condenadas e quatro empresas. Um magnata da imprensa, Jimmy Lai, recebeu 20 anos de prisão por colaboração com forças estrangeiras.

Repercussões e contexto

Organizações de direitos humanos criticaram as novas medidas, alegando violação de liberdades fundamentais. A comunidade acadêmica e analistas públicos discutem impactos na privacidade e no devido processo legal.

Autoridades de Hong Kong afirmam que as mudanças estão alinhadas com a Lei Básica e com as garantias de direitos humanos, além de sustentar a estabilidade após os protestos de 2019. As breves detalham o equilíbrio entre segurança e liberdades.

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